Sample records for rescue operations
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Sample records 1 - 2 shown.



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Seguimento dos doentes soropositivos e soronegativos para o HIV com carcinoma espinocelular do canal anal/ Follow-up for HIV negative and HIV-positive patients with anal squamous cells carcinoma

Nadal, Sidney Roberto; Cruz, Sylvia Heloisa Arantes
2009-09-01

Resumo em português A incidência do carcinoma espinocelular (CEC) anal e das neoplasias intra-epiteliais anais (NIA) é maior nos pacientes infectados pelo papilomavírus humano (HPV), e está relacionada à imunidade e à infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). A associação com viroses de transmissão sexual indica que seja tumor sexualmente transmitido. A infecção pelo HIV mudou o perfil dos portadores do CEC anal. A doença que anteriormente acometia mulheres na 6ª (mais) década de vida, hoje atinge preferencialmente homens na 3ª e 4ª décadas. Nos Estados Unidos, a expectativa de diagnóstico desse tumor aumentou de 19/100.000, na época pré-HAART (1992-1995), para 48,3/100.000 no período pós-HAART imediato (1996-1999) e para 78,2/100.000 pessoas por ano, nos anos mais recentes (2000-2003). O tratamento do CEC anal, descrito por Nigro em 1974, combina radio e quimioterapia. Operações de resgate estão indicadas caso haja persistência ou recidiva da doença. Estudos comparando, respectivamente, doentes imunodeprimidos e imunocompetentes vêm mostrado envolvimento linfonodal em 60% e 17%, recidivas em 75% e 6%, boa resposta à radio e quimioterapia em 62% e 85%, toxicidade a esse tratamento em 80% e 30%, e sobrevivência global de 1,4 e 5,3 anos. A contagem sérica baixa de linfócitos T CD4 prediz mau prognóstico. Quando acima de 200/mm³, os resultados são comparáveis aos observados entre os imunocompetentes. Resumo em inglês Anal squamous cell carcinoma (ASCC) and anal intra-epithelial neoplasia (AIN) incidences are bigger among human papillomavirus (HPV) infections, and are associated to immunity and to HIV infection. These viruses with sexual transmission in association suggested ASCC is a sexually transmitted tumor. HIV infection changed ASCC patient profile. This kind of tumor committed women in theirs sixties, but nowadays, affects mainly men in the third and forth decades of life. In th (mais) e United States of America, ASCC was diagnosed in 19/100.000, in the pre-HAART (highly active anti-retroviral therapy) era (1992-1995), came to 48,3/100.000 in the immediate post-HAART period (1996-1999) and increased to 78,2/100.000 people per year from 2000 to 2003. ASCC treatment, described by Nigro, in 1974, includes radio and chemotherapy. Rescue operations are indicated when neoplasia persists or recurs. Studies comparing immunossupressed and immunocompetent patients have showed, respectively, nodal involvement in 60% and 17%, recurrences in 75% and 6%, good responses to chemoradiation in 62% and 85%, toxicity in 80% and 30% and mean survival of 1,4 and 5,3 years. Low counts of T CD4 lymphocytes predict bad prognosis and evolution. When the result are superior to 200/mm³, they are comparable to those obtained among HIV-negative patients.

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A colangiografia peroperatória/ Operative cholangiography

Bastos, Eduardo Lemos de Souza; Micheloni, Paulo Roberto Teixeira; Silvado, Rubens Augusto Brazil
1998-08-01

Resumo em português Os autores revisam 96 procedimentos colangiográficos peroperatórios realizados no Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) entre janeiro de 1993 e fevereiro de 1995. Dos exames estudados, setenta foram considerados normais, 23 alterados e três inconclusivos. Os autores apresentam casos onde a colangiografia peroperatória (CPO) não confirmou a suspeita pré-operatória, o que evitou explorações desnecessárias da via biliar (6,25%) ou n (mais) ão permitiu diagnóstico incorreto (9,36%). Do exposto, os autores concluem que a CPO continuará sendo rotina nas operações sobre a vesícula e vias biliares e sugerem a necessidade do estabelecimento de padrão técnico para a realização do exame. Resumo em inglês The authors revise operative cholangiographies peformed at the Department of Surgery of the “Faculdade de Medicina de Marília” (FAMEMA) from January 1993 to February 1995, with the objective of characterizing the pattern of these exams at FAMEMA. It was possible to rescue 96 findings of the registrations from Service of Radiology of FAMEMA. In this study, 70 were considered normal, 23 altered and three inconclusive. The authors present cases where the operative cholang (mais) iographies did not clinch pre-operative suspicion, which avoided unnecessary profiteering of the common bile duct (6.25%) or did not allow improper diagnosis (9.36%), considered the main advantages of the operative cholangiography. Then, they present discussion over this kind of procedure, unsuspected choledocolithiasis and about the new point of view: the cholangiography at videolaparoscopic cholecystectomy. Finally, the authors conclude that operative cholangiography will proceed as a routine on operations on gallblader and common bile duct and they propose the institution of a pattern to the accomplishment of this procedure.

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