Sample records for protective chemicals
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Sample records 1 - 5 shown.



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Resposta imune-humoral e celular em bovinos da raça Nelore imunizados com extrato de larvas (L2 e L3) de Dermatobia hominis (Linnaeus Jr., 1781)/ Immune humoral and cellular response of nelore bovines immunized with larvae extract (L2 and L3) of Dermatobia hominis (Linnaeus Jr., 1781)

Fernandes, Nelson Luis Mello; Socol, Vanete Thomaz; Pinto, Simone Benghi; Minozzo, João Carlos; Oliveira, Carlos Antonio Lopes de
2007-06-01

Resumo em português As larvas da Dermatobia hominis provocam lesões ulcerativas, danificando o tecido subcutâneo e conseqüentemente a pele do hospedeiro. O couro é o subproduto que sofre maior depreciação, o que, muitas vezes, impossibilita seu aproveitamento na industrialização. Atualmente o controle químico é utilizado como forma de combate à dermatobiose, entretanto, leva ao acúmulo de substâncias tóxicas nos animais e no ambiente. No presente trabalho, foram avaliadas as re (mais) spostas imune-humoral e celular de bovinos imunizados com extrato antigênico preparado com larvas de D. hominis. Três grupos de oito bezerras da raça Nelore com 10 meses de idade foram usados, tendo o primeiro grupo (A) recebido aplicação de extrato imunogênico de larvas de D. hominis, com intervalos de quinze dias; o grupo (B), utilizado como controle, não recebendo nenhum tipo de tratamento; e o grupo (C) recebendo o tratamento ectoparasiticida à base de Dichlorvos associado a Cypermetrina. Neste mesmo período, foram avaliados o leucograma e os níveis de IgG contra D. hominis pela técnica de enzimoimunoensaio-ELISA. Quanto à avaliação da imunidade humoral, verificou-se que os animais do grupo A apresentaram maior produção de IgG contra D. hominis, com níveis máximos de anticorpos circulantes aos 45 dias após a primeira imunização. Estes animais também apresentaram maior produção de neutrófilos, eosinófilos e monócitos que os dos grupos B e C. O número de nódulos de larvas encontrado nos animais do grupo C foi 148,3% maior que nos animais dos grupos A e B. A comprovação da resposta imune celular e humoral, parcialmente caracterizadas, bem como a redução do número de nódulos, são indicadores que a imunização contra D. hominis foi parcialmente protetora para os bovinos imunizados. Resumo em inglês Dermatobia hominis larvae cause ulcerative lesions and damage to subcutaneous tissue and skin of the host. Leather is the subproduct which undergoes major depreciation, making it difficult to industrial use. Nowadays, the chemical control is utilized against dermatobiosis, therefore it leads to rising toxic chemicals in the animals and environment. The immunological challenge with D. hominis larval extract may represent an important altervative for this parasitosis contro (mais) l. Humoral and cellular immune responses were tested in bovine using an antigenic extract prepared with D. hominis larvae. Three groups of 10 months old Nelore females were used. The first group (A) received immunogenic larval extract of D. hominis with fifteen-days interval between injections; the group (B) was the control and has not received any sort of treatment; and the group (C) received an ectoparasitecide treatment based on Dichlorvos associated to Cypermetrina. Aditionally, leucogram and levels of IgG against D. hominis by immunoassay technique were evaluated. As for the humoral immunity, animals from group A presented higher IgG production against D. hominis with maximum levels of circulating antibodies at the 45th day after the first injection. These animals also showed higher production of neutrophils, eosinophils and monocytes than those from groups B and C. The number of D. hominis larvae nodules observed in animals from the group C was 148.3% larger than those from group A and B. The evidence concerning both cellular and humoral immune responses as well as the reduction on nodules number are an indication that the immunization against D. hominis was partially protective for the immunized bovines.

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Phorate e dietholate protegem o arroz da fitotoxicidade do clomazone em doses elevadas/ Phorate and dietholate act as safeners for rice against clomazone at high doses

Sanchotene, D.M; Kruse, N.D; Avila, L.A; Machado, S.L.O; Nicolodi, G.A; Dornelles, S.H.B
2010-12-01

Resumo em português O herbicida clomazone tem sua seletividade às plantas de arroz aumentada quando as sementes recebem o protetor dietholate. Sabendo que o dietholate atua sobre a atividade da enzima citocromo P-450 mono-oxigenase e que esta é responsável pela ativação do clomazone, buscam-se outros produtos que possam ser utilizados como protetores. Em vista disso, o objetivo deste experimento foi avaliar o efeito protetor do dietholate e do phorate em função de doses de clomazone. (mais) O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com quatro repetições, em esquema fatorial. O fator A foi composto pelo tratamento de sementes com dietholate ou phorate, além de uma testemunha, que não recebeu protetor nas sementes. O fator B foi composto por oito doses de clomazone (0, 156, 312, 625, 1.250, 2.500, 5.000 e 10.000 g i.a. ha-1). Dezoito dias após a semeadura, foram avaliados a fitotoxicidade, o percentual de redução da estatura e a massa fresca e seca das plantas de arroz. Os dados foram submetidos à análise da variância, por meio da regressão não linear do tipo logístico. Houve diferença entre a testemunha sem protetor e os tratamentos de sementes com os protetores dietholate e phorate. Analisando as curvas de dose-resposta, verifica-se que, quando sementes do cultivar IRGA 417 foram tratadas com dietholate ou com phorate, ambos protegeram as plântulas de arroz do clomazone, ou seja, as plantas foram capazes de tolerar maiores doses de clomazone. Assim, há evidências de que os protetores de plantas dietholate e phorate atuam como inibidores da enzima citocromo P-450, impedindo que ela ative o clomazone nas plantas de arroz, proporcionando maior seletividade deste herbicida quando comparado à testemunha que não recebeu proteção. Resumo em inglês Selectivity of Clomazone for rice plants increases when seeds are treated with the safener dietholate. Considering that dietholate acts on the activity of the cytochrome P450 monooxigenase, and that this enzyme also activates the herbicide clomazone, other chemicals capable of acting as safeners should also be sought. Thus, a trial was conducted aiming to evaluate the protective effect of dietholate and phorate against increasing clomazone rates. The trial was carried out (mais) in a completely randomized block design, with four replicates in a factorial scheme. Factor A included seeds untreated and treated with dietholate or with phorate. Factor B included eight clomazone rates (0, 156, 312, 625, 1,250, 2,500, 5,000 and 10,000 g a.i. ha-1). Plant injury, plant height reduction percentage, fresh mass and dry mass weight were evaluated 18 days after sowing. Data were submitted to analysis of variance by non-linear regression of the logistic type. Significant differences were observed between the control without safener and the treatments with dietholate or phorate. The dose-response curves showed that when rice seeds were treated with either dietholate or phorate, the rice plants were able to tolerate higher rates of clomazone, compared to the untreated control. Thus, this study shows that dietholate and phorate inhibit the enzyme cytochrome P-450, blocking the activation of clomazone in the rice plants.

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Insuficiência respiratória aguda após exposição a conservantes de alimentos/ Acute respiratory failure after occupational exposure to food preservatives

Moreira, Maria Auxiliadora Carmo; Cunha, Luiz Carlos da; Ikegami, Tereza Yoshie; Silva Junior, José Laerte Rodrigues da
2005-10-01

Resumo em português Este é um relato de caso de exposição ocupacional a conservantes de alimentos que resultou em insuficiência respiratória aguda em três trabalhadores. A análise toxicológica demonstrou que a mistura dos conservantes, por eles realizada, produziu NO2 que inalado causou quadro compatível com edema pulmonar e insuficiência respiratória aguda. Na evolução, o dano pulmonar regrediu de forma completa nos três indivíduos. Faz-se uma breve revisão sobre dano pulmon (mais) ar agudo relacionado a exposição ocupacional. Enfatiza-se a importância do treinamento dos trabalhadores que manipulam substâncias químicas bem com da utilização de equipamentos de proteção adequados. Resumo em inglês Herein, we report an instance of occupational exposure to food preservatives and resultant acute respiratory failure in three workers. The toxicological analysis revealed that mixing the particular food preservatives involved, a procedure that was performed by the three workers involved, produced NO2, the inhalation of which caused the pulmonary edema and respiratory failure. With time, the pulmonary damage was completely reversed in all three individuals. Accompanying th (mais) is case report is a brief review of the literature regarding acute pulmonary injury resulting from occupational exposure to chemicals. We emphasize the importance of training, as well as of the use of protective gear, for workers who handle chemical substances.

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Benefícios do café na saúde: mito ou realidade?/ Health benefits of coffee: myth or reality?

Alves, Rita C.; Casal, Susana; Oliveira, Beatriz
2009-01-01

Resumo em inglês Coffee is widely consumed and appreciated all over the world, both for their stimulating effect and organoleptic characteristics. Due to its complex chemical composition and the factors involving brews preparation, the consumer is exposed to a wide range of chemical compounds. Several investigations aimed to clarify and understand coffee health effects. There is no evidence that moderate consumption could be harmful. On the contrary, some benefits and possible protective (mais) effects against several pathologies have been suggested. This review compiles the main conclusions related with the "coffee and health" topic, reporting, when possible, the chemicals involved.

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A imunidade na febre tifóide I. A vacinação anti-tifoídica de Wright, 1896 a 1979/ Immunity in typhoid fever. I. The anti-typhoid vaccine of Wristh, 1896 to 1979

Milhomem, Arlete Moreira; Suassuna, Italo
1982-03-01

Resumo em português A presente revisão aborda a literatura disponível sobre a vacinação anti-tifoídica. Sentiu-se desde o início a falta de um modelo experimental adequado para avaliar a potência da vacina e somente dados imcompletos e parciais foram obtidos de modelos humanos e animais em relação aos mecanismos imunológicos básicos da resposta à vacinação. Por esta razão um grande número de diferentes métodos foram propostos e usados, fornecendo variações em vários aspec (mais) tos, tais como: a) tipo de amostra bacteriana utilizada no preparo da vacina; b) métodos de preparo (germes mortos por aquecimento e adição de preservativo, por éter, álcool, acetona, lisados bacterianos, germes vivos atenuados, etc.); c) composição da vacina; d) vias de inoculação (intradérmica, subcutânea, oral, etc.); e) variação do número de microrganismos; d) variação na dose e/ou intervalo entre as doses. Muitos ensaios de campo não foram conclusivos. Foi considerado que estes ensaios iniciais não tiveram controles adequados os quais foram introduzidos posteriormente em ensaios bem planejados, e patrocinados pela Organização Mundial da Saúde em várias partes do mundo (Iugoslávia, Polônia, União Soviética, ìndia e Condado de Tonga). Os dados disponíveis de tais ensaios permitiram as seguintes conclusões: a) a vacina inativada por etanol foi de pouco ou nenhum valor profilático; b) algumas vacinas inativadas ofereceram significante proteção; c) a vacina inativada por acetona é mais eficaz; d) não há proteção para as S. paratyphi A e B nas doses empregadas na TAB. Quando empregada a S. paratyphi B em doses maiores, esta proteção é obtida; e) os testes em animais de laboratórios não podem ser completamente correlacionados com a efetividade no homem bem como o título de anticorpos para os antígenos H, o e Vi; f) uma dose (0,5 a 1 ml de uma suspensão contendo 10*9 bactérias por ml) da vacina inativada por acetona da razoável proteção por um curto período, enquanto duas doses (intervalo de 4 semanas) dão maior proteção e por tempo mais longo; g) a proteção oferecida pela vacinação é maior nos jovens que nos adultos; h) a vacina oral inativada (Typhoral) não oferece proteção mesmo em doses elevadas. Algumas experiências com animais (camundongos, chimpanzés) e voluntários humanos indicaram que uma melhor proteção foi obtida com vacinas vivas atenuadas. Contudo em tais experiências houve persistência tanto da amostra vacinante como da amostra desafio e ainda uma relação significante entre a amostra da vacina rugosa utilizada para imunização e lesões renais abacterianas de natureza desconhecida. Resumo em inglês The present comprehensive review deals with the available literature on anti-typhoid vaccines. Among the biological products, no other has raised as much controversy regarding efficacy as this commom preventive, since its early introduction by Wright, Pfeiffer & Kole. From the beginning the lack of an adequate experimental procedure for testing the vaccine potency was felt, and only poor and partial data were gathered, both from human and animal models, in relation to th (mais) e basic immunological mechanism of the response to vaccination. For this reason a number of different methods have been proposed and used leading to variations in such aspects as: a) the nature of bacterial strains for preparing the vaccine; b) the handling of vaccine strains-killed by heat, various chemicals (alcohol, ether acetone) or lysed, or employing avirulent strains; c) the addition of different components (preservatives and related microrganisms); d) the route of application (subcutaneous, intradermal, oral, etc); e) the dose (number of organisms); f) the time schedule for application. Many field trials failed to be conclusive. It is considered that the early field trials lacked proper controls, which were introduced later, in the well planned investigations sponsored by World Health Organization, in several parts of the World (Yugoslavia, Poland, U.S.S.R., India, Tonga). Data available from such trials permitted the following conclusions: a) killing of the vaccine strains by ethanol produced a vaccine of weak prophylactic value, if any; b) killing by other means produced protective vaccines, with advantage for the one treated by acetone; c) the doses of S. paratyphi A and S. paratyphi B put together in the usual TAB vaccination were insufficient. With a larger dose, protection was obtained in relation to S. paratyphi B; d) no good correlation was obtained between animal tests and protection in humans. Also, titers to the O, Vi and H antigens did not bear a direct relationship with the vaccine protective effect; e) one dose of the acetone killed vaccine (0.5 - 1.0 ml of a 10*9 ml bacterial suspension), subcutaneously, gave appreciable protection for a short period of time, which improved with two doses, four weeks apart; f) better protection was observed in young people, as compared with the older; g) no protective effect was detected when a killed oral vaccine (Typhoral) was used. Some experiments with animals (mice, chimpanzees) and human volunteers indicated a better protection being conferred by live attenuated vaccines. However, in some experiments persistence of both vaccine and challenge strains was observed as well as a significant relation between the rough vaccine strain used for the purpose and abacterial renal lesions of unknown origin.

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