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Avaliação da presença de monazita em concentrado de ilmenita produzido na mina do Guaju (PB)/ Evaluation of monazite presence in ilmenite concentrates produced at Guaju mine (PB)

Ferreira, Karime Ribeiro e Silva; Sabedot, Sydney; Sampaio, Carlos Hoffmann
2007-12-01

Resumo em português A ilmenita é um mineral fonte de dióxido de titânio, matéria-prima utilizada como pigmento branco na fabricação de tintas e vernizes, principalmente. O concentrado de ilmenita, avaliado nesse estudo, provém da Mina do Guaju, no Estado da Paraíba, operada pela empresa Millennium Inorganic Chemicals do Brasil S/A. Esse concentrado contém monazita, que, mesmo presente em baixa quantidade, é caracterizada como um contaminante indesejado no processo metalúrgico de f (mais) abricação do pigmento. Esse estudo avalia a maneira como a monazita está associada no concentrado de ilmenita. Análises com lupa e Microscópio Eletrônico de Varredura indicaram que a monazita se encontra como partículas liberadas no concentrado de ilmenita, em baixíssima concentração. Resumo em inglês Ilmenite is a mineral that provides titanium dioxide, which is a white pigmented raw material used mainly in the manufacture of inks and varnishes. The ilmenite concentrate, evaluated in this study, comes from the Guaju's Mine, located in the State of Paraíba ,and operated by the company Millennium Inorganic Chemicals of Brazil S/A. This concentrate contains monazite that is an undesirable contaminant, even in small amounts, for the metallurgical process of pigment manuf (mais) acture. This study evaluates the manner in which monazite is associated in the ilmenite concentrate. Analyses using microscopy and Scanning Electronic Microscopy indicated that monazite is found as free particles in the ilmenite concentrate, in minuscule concentration.

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Tatuagem, body piercing e a experiência da dor: emoção, ritualização e medicalização/ Tattoo, body piercing and the experience of pain: emotion, ritualization and medicalization

Ferreira, Vitor Sérgio
2010-06-01

Resumo em português Configurando uma experiência física que desafia tabus físicos e sociais, a marcação do corpo através da tatuagem e body piercing tem sido bastante explorada no espaço público mediatizado em função das questões da dor voluntária e dos riscos de saúde individual e pública implicados. Ao pânico moral que já envolvia estas práticas, associadas a comportamentos tidos como socialmente desviantes, psico-patológicos ou criminosos, junta-se-lhes outra espécie de (mais) pânico social, o «pânico higienista», associado ao receio de contrair doenças infecto-contagiosas, ou de reagir aos materiais ou tintas encarnados. No sentido de ir além destes discursos, este artigo pretende analisar: por um lado, como os consumidores actuais de tatuagem e body piercing lidam com a dor que lhe está associada, que emoções enquadram essa sensação e que estratégias convocam no seu controlo; por outro lado, como é que os produtores de tatuagem e body piercing, perante novas e mais alargadas clientelas, lidam com exigência de disciplinas sanitárias na sua prática profissional. Em termos metodológicos, a informação empírica apresentada no artigo foi obtida em situação de entrevista em profundidade, de natureza biográfica, semi-estruturada na sua preparação e semi-diretiva na sua aplicação, a portadores de corpos multitatuados e multiperfurados, profissionais ou apenas consumidores de tatuagem e body piercing. Quinze entrevistados com diferentes perfis sociais foram recrutados em estúdios de tatuagem e body piercing de Lisboa e arredores, depois de intenso trabalho etnográfico nesses mesmos espaços. Resumo em inglês Being a physical experience that challenges sensitive and social taboos, body marking with tattoos and body piercing has been fairly explored in the public sphere regarding the issues of voluntary pain and the risks of individual and public health that are involved. Associated with the moral panic that is already linked to these practices, which are related to behaviours perceived as socially deviant, psychopathological or criminal, comes another type of social panic, the (mais) «hygienist panic», connected with a fear of contracting infectious and contagious diseases, or of having a bad reaction to the incorporated materials and inks. Attempting to go beyond these discourses, this article aims to analyse: on one hand, how current consumers of tattoos and body piercing deal with the pain associated with these practices, what emotions frame that sensation and what strategies are used in its control; on the other hand, how the producers of tattoos and body piercing, considering their new and extended clientele, deal with the demands for sanitary disciplines regarding their professional practice. As for methodological procedures, the empiric information presented in the article was collected through in-depth biographical interviews conducted with people who had extensively marked bodies, multi-tattooed and multi-pierced, professionals or only consumers of tattoos and body piercing. Fifteen interviewees with different social profiles were recruited in tattoo and body piercing studios located in Lisbon and on its outskirts, after an intensive ethnographic fieldwork in those spaces.

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