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Terapia fotodinâmica em dermatologia: princípios básicos e aplicações/ Photodynamic therapy in dermatology: basic principles

Torezan, Luís; Niwa, Ane Beatriz Mautari; Festa Neto, Cyro
2009-10-01

Resumo em português A terapia fotodinâmica envolve a administração de uma droga fotossensibilizante e sua ativação subsequente pela luz de comprimento de onda correspondente ao espectro de absorção do fotossensibilizador. Atualmente, a terapia fotodinâmica tópica é aprovada para o tratamento de condições oncológicas cutâneas como queratoses actínicas, doença de Bowen e carcinoma basocelular superficial em diversos países do mundo. Estudos multicêntricos controlados e random (mais) izados demonstram a alta eficácia e resultado cosmético final superior dessa modalidade terapêutica em relação aos tratamentos convencionais. Para condições cutâneas não oncológicas, como acne vulgar, verrugas virais e esclerodermia localizada, há também relatos e série de casos confirmando o potencial terapêutico da terapia fotodinâmica. O desenvolvimento de fotossensibilizantes tópicos, ácido 5-aminolevulínico (ALA) ou seu metiléster (MAL), frente aos derivados da hematoporfirina de aplicação sistêmica, permitiu um grande avanço na popularidade da TFD na dermatologia, uma vez que tanto ALA quanto MAL tópicos não induzem mais fotossensibilidade generalizada prolongada. A produção de intermediários reativos de oxigênio, como oxigênio singlet, depende da concentração, da localização do fotossensibilizante no tecido alvo, assim como da dose de luz utilizada. Tanto as lâmpadas de amplo espectro quanto os LEDs (do inglês light emitting diodes) constituem fontes de luz adequadas para que os efeitos citotóxicos da terapia fotodinâmica resultem na destruição do tumor ou seus efeitos imunomodulatórios atuem melhorando as condições inflamatórias cutâneas. Resumo em inglês Photodynamic therapy involves the administration of a photosensitizing drug and its subsequent activation by light at wavelengths matching the absorption spectrum of the photosensitizer. Currently, topical photodynamic therapy has received approval for the treatment of cutaneous oncologic conditions such as actinic keratoses, Bowen’s disease and superficial basal cell carcinoma in many countries in the world. Multicenter randomized controlled studies have demonstrated hi (mais) gh efficacy and superior cosmetic outcome over standard therapies. For many non-oncologic dermatological diseases such as acne vulgaris, viral warts and localized scleroderma, case reports and small series have confirmed the potential of photodynamic therapy. After the development of topical photosensitizers 5-aminolevulinic acid (ALA) or its methyl ester (MAL), photodynamic therapy has gained worldwide popularity in dermatology, as these drugs do not induce prolonged phototoxicity as the systemic photosensitizing hematoporphyrin derivatives do. The production of reactive oxygen intermediates such as singlet oxygen depends on the concentration and localization of the photosensitizer in the diseased tissue as well as the applied light dose. Either incoherent lamps or LED arrays are suitable for the cytotoxic effects resulting in tumor destruction or immunomodulatory effects improving inflammatory condition.

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