Sample records for frequency response testing
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A resposta auditiva de estado estável na avaliação auditiva: aplicação clínica/ Auditory steady-state response in the auditory evaluation: clinical application

Duarte, Josilene Luciene; Alvarenga, Kátia de Freitas; Garcia, Tatiana Manfrini; Costa Filho, Orozimbo Alves; Lins, Otávio G
2008-06-01

Resumo em português TEMA: a resposta auditiva de estado estável (RAEE) é um procedimento eletrofisiológico que permite avaliar ao mesmo tempo os limiares auditivos de várias freqüências em ambas às orelhas, reduzindo assim o tempo de teste, e permite estimular até níveis próximos a 125dB HL, caracterizando assim a audição residual. OBJETIVO: verificar a aplicabilidade da RAEE para determinar os limiares auditivos nos diferentes graus de perda auditiva neurossensorial coclear. MÉ (mais) TODO: foram avaliados 48 indivíduos com idade entre sete e trinta anos e diferentes graus de perdas auditivas. A Audiometria Tonal Liminar (ATL) e a RAEE foram avaliadas nas seguintes freqüências portadoras, 0,5; 1; 2 e 4k Hz. As freqüências portadoras na RAEE foram moduladas em amplitude e freqüência, com estimulação múltipla e dicótica nas perdas auditivas de grau leve e moderado. Estimulação simples foi utilizada nos outros graus de perdas auditivas. RESULTADOS: houve associação significante (p Resumo em inglês BACKGROUND: the auditory steady state response (ASSR) is an electrophysiological procedure that evaluates, at the same time, the hearing thresholds of both ears at various frequencies. This procedure reduces the time of testing and enables the stimulation of levels close to 125dB HL, characterizing residual hearing. AIM: to verify the applicability of the ASSR to determine the hearing thresholds in different levels of sensorineural hearing loss. METHOD: 48 individuals age (mais) d 7-30 years, with different levels of hearing loss were assessed. The Pure tone Audiometry (PTA) and the ASSR were carried out in following carrier frequencies 0.5; 1; 2 and 4k Hz. The carrier frequencies in the ASSR were modulated in amplitude and frequency, with multiple dicotic stimulation for mild and moderate hearing loss. Simple stimulation was used to test the other hearing deficit levels. RESULTS: there was a significant association (p

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Avaliação do eixo hipotálamo-hipófise-gônada e prevalência de hipogonadismo central em homens e mulheres com cirrose hepática/ Evaluation of the hypothalamic-pituitary-gonadal axis and prevalence of hypogonadism in men and women with liver cirrhosis

Oliveira, Miriam C.; Cassal, Alvaro; Pizarro, Cristina B.
2003-10-01

Resumo em português A cirrose hepática (CH) é uma das doenças crônicas associadas ao hipogonadismo (HG), o qual tem etiologia variada em relação ao órgão-alvo do eixo gonadal que é acometido. Neste estudo avaliamos o HG intercorrente na CH de diferentes etiologias, em 82 pacientes (49 M/33 F). O diagnóstico de HG foi estabelecido em bases clínicas e hormonais e correlacionado com a gravidade da doença hepática. HG não fisiológico foi diagnosticado em 63 casos (76,8%). Nos home (mais) ns, detectou-se diminuição da libido (68,8%), disfunção erétil (53,8%), pêlos de distribuição ginecóide (53,1%), atrofia testicular (55,3%) e ginecomastia (48%); entre as mulheres, 18 (78,2%) apresentavam amenorréia em idade fértil. HG foi confirmado por níveis baixos de testosterona livre nos homens e de estradiol nas mulheres. Níveis altos de gonadotrofinas basais estabeleceram a etiologia gonadal do HG. O diagnóstico de alteração hipotálamo-hipofisária só foi possível através do teste do GnRH, onde o valor de pico do LH foi significativamente menor nos hipogonádicos. HG central foi predominante: 90,4% dos casos. A duração da hepatopatia não diferiu entre hipo e eugonádicos. A gravidade da CH, avaliada através da classificação de CHILD, mostrou correlação significativa com o HG. Não houve associação significativa entre HG e sintomas isolados como diminuição da libido ou ginecomastia, concomitância de outras doenças, hiperprolactinemia ou uso de drogas. Em conclusão, foram proeminentes os achados em relação à freqüência de HG, especialmente nas mulheres, e a predominância da etiologia central do mesmo, possivelmente em resposta às más condições metabólicas dos pacientes. O diagnóstico de HG nos pacientes com CH demanda atenção médica contínua. Resumo em inglês Liver cirrhosis (LC) is one of the chronic diseases associated to hypogonadism (HG), which has a varied etiology in relation to the target organ of the gonadal axis affected. We evaluated 82 patients with LC of different etiologies, to ascertain the prevalence of HG. Non-physiological HG was diagnosed in 63 cases (76,8%). This diagnosis was initially established on clinical bases. In men, loss of libido (68,8%), erectile dysfunction (53,8%), female distribution of pubic h (mais) air (53,1%), testicular atrophy (55,3%), and gynecomastia (48%) were detected. In women, amenorrhea during fertile age was present in 18 cases (78,2%). Diagnosis of hypothalamus-pituitary alteration was possible only through GnRH testing, where the LH peak was significantly lower in hypogonadal patients. The frequency of central HG predominated: 90,4% of the cases. There was no difference in the duration of liver disease between HG and eugonadal patients. Severity of cirrhosis, evaluated according to CHILD’s classification, significantly correlated to the presence of central HG. There was no significant association between the presence of HG or isolated symptoms, as reduced libido or gynecomastia, and concomitance of acute or chronic illnesses, hyperprolactinemia or the use of drugs. In conclusion, the findings were prominent in relation to the frequency of HG, especially in women, and the predominance of a central etiology, possibly as a response to the poor metabolic conditions of the patients. Diagnosis of HG in patients with LC demands continued medical attention.

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Infecção e enfermidade neurológica pelo herpesvírus bovino tipo 5 (BHV-5): coelhos como modelo experimental/ Acute infection and neurological disease by bovine herpesvirus type-5 (BHV-5): Rabbits as an experimental model

Beltrão, Nilzane; Flores, Eduardo F.; Weiblen, Rudi; Silva, Adriana M.; Roehe, Paulo M.; Irigoyen, Luiz F.
2000-12-01

Resumo em português Coelhos são susceptíveis à infecção pelo herpes-vírus bovino tipo 5 (BHV-5) e freqüentemente desenvolvem enfermidade neurológica aguda fatal após inoculação intranasal. A cinética da invasão do sistema nervoso central (SNC) de coelhos pelo BHV-5 foi estudada através de pesquisa de vírus em secções do SNC a diferentes intervalos pós-inoculação. Após inoculação intranasal, o vírus foi inicialmente detectado no bulbo olfatório às 48h, seguido do có (mais) rtex olfatório às 48/72h. Às 72/96h o vírus foi detectado também no gânglio trigêmeo, ponte e córtex cerebral. Dois experimentos foram realizados para avaliar a importância do sistema olfatório na invasão do SNC de coelhos pelo BHV-5. No primeiro experimento, coelhos foram inoculados com duas amostras do BHV-5 no saco conjuntival. Coelhos inoculados por essa via também desenvolveram a enfermidade neurológica, porém com menor freqüência com curso clínico tardio. No segundo experimento, doze coelhos foram submetidos à ablação cirúrgica do bulbo olfatório e posteriormente inoculados com o BHV-5 pela via intranasal. Onze de 12 coelhos controle (91,6%), não submetidos à cirurgia, desenvolveram a doença neurológica, contra quatro de 12 (33,3%) dos animals submetidos à remoção cirúrgica do bulbo olfatório. Esses resultados demonstram que o sistema olfatório constitui-se na principal via de acesso do BHV-5 ao encéfalo de coelhos após inoculação intranasal. No entanto, o desenvolvimento de infecção neurológica em coelhos inoculados pela via conjuntival e em coelhos sem o bulbo olfatório indica que o BHV-5 pode utilizar outras vias para invadir o SNC, provavelmente as fibras sensoriais e autonômicas que compõe o nervo trigêmeo. Os efeitos da imunização com vírus homólogo (BHV-5) e heterólogo (BHV-1) na proteção à infecção neurológica foram investigados. Cinco entre 10 coelhos (50%) imunizados com o BHV-5 apresentaram sinais neurológicos discretos e transitórios e um morreu após o desafio com o BHV-5. Curiosamente, o grau de proteção foi superior nos coelhos imunizados com o BHV-1: apenas dois animais apresentaram sinais clínicos passageiros e recuperaram-se. Portanto, proteção da enfermidade neurológica pelo BHV-5 em coelhos pode ser obtida por imunização com o BHV-5 ou BHV-1, provavelmente devido à extensa reatividade sorológica cruzada entre esses vírus. Estudos adicionais em coelhos podem auxiliar no esclarecimento da patogênese e resposta imunológica a infecção pelo BHV-5. Resumo em inglês Rabbits are susceptible to bovine herpesvirus type 5 (BHV-5) infection and often develop an acute and fatal neurological disease upon intranasal inoculation. The kinetics of viral infection of the central nervous system (CNS) was investigated by testing serial brain sections for infectivity at intervals after virus inoculation. The virus was first detected in the main olfactory bulb at 48h, followed by the olfactory cortex at 48/72h. At 72/96h infectivity was also detecte (mais) d in the trigeminal ganglia, pons and cerebral cortex. Two experiments were conducted to investigate the role of the olfactory system in the invasion of the rabbits' CNS by BHV-5. In the first experiment, rabbits were inoculated with two BHV-5 isolates in the conjunctival sac. Rabbits inoculated by this route developed the neurological disease, yet with a reduced frequency and delayed clinical course. In a second experiment, twelve rabbits were submitted to surgical removal of the olfactory bulb and subsequently inoculated intranasally with BHV-5. Eleven out of 12 (91.6%) of the control rabbits developed the disease, against four out of 12 (33.3%) of the animals lacking the olfactory bulb. These results suggest that the olfactory system is the main pathway utilized by BHV-5 to reach the CNS of rabbits after intranasal inoculation. Nevertheless, the development of neurological infection in rabbits inoculated in the conjunctival sac and in rabbits lacking the olfactory bulb indicate that BHV-5 may utilize an alternative route to invade the CNS, probably the sensory and autonomic fibers of the trigeminal nerve. The effects of immunization with homologous (BHV-5) and heterologous (BHV-1) strains in prevention of neurological disease by BHV-5 were investigated. Five out of 10 rabbits (50%) immunized with BHV-5 showed mild and transient neurological signs and one died upon challenge. Interestingly, the degree of protection against BHV-5 challenge was higher in rabbits immunized with BHV-1: only two rabbits showed transient neurological signs and subsequently recovered. Thus, prevention of neurological disease by BHV-5 in rabbits may be achieved by immunization with either BHV-5 or BHV-1, likely reflecting the extensive serological cross-reactivity between these viruses. Further studies in rabbits may help in understanding the pathogenesis and immune response to BHV-5 infection.

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Hepatite crônica por vírus C: Parte 1. Considerações gerais/ Hepatitis C virus: Part 1. General considerations

CONTE, Vinício Paride
2000-07-01

Resumo em português O vírus da hepatite C foi identificado em 1989 como sendo o principal agente causador das hepatites não-A não-B e o seu reconhecimento como agente de alta prevalência nas infecções pós-tranfusionais e/ou uso de derivados do sangue ou em associação com o abuso de drogas endovenosas. A descoberta e a maior disponibilidade de novas técnicas para a seleção adequada de doadores de sangue, reduziu sensivelmente a incidência das hepatites pós-transfusionais. Cerca (mais) de 95% dos indivíduos infectados pelo vírus da hepatite C podem ser identificados pelos testes anti-vírus da hepatite C de terceira geração. Os estudos retrospectivos de infecções pelo vírus da hepatite C iatrogênicas, são as principais fontes de reconhecimento da história natural da doença. A distribuição dos diferentes genótipos do vírus da hepatite C varia de acordo com as regiões geográficas. Na América do Sul, Europa, Estados Unidos e Japão 1, 2, e 3 representam a maioria das infecções, sendo o subtipo 1-b o mais prevalente. Os parâmetros epidemiológicos (idade, fatores de risco e duração da infecção) podem estar associados com os genótipos do vírus da hepatite C, sendo os tipos 1-a e 3-a mais freqüentes nos drogaditos endovenosos e o 1-b nas hepatites pós-transfusionais. O subtipo 1-b ocasiona lesões hepáticas mais graves e prolongadas, com alterações ultraestruturais mitocondriais freqüentes e grande comprometimento dos processos de fosforilização oxidativa. A produção aumentada de radicais livres pode influenciar negativamente a evolução da doença hepática pelo reforço da ação citopática do vírus da hepatite C que provoca. O significado clínico dos níveis de vírus C no interior do fígado, nesses pacientes, não é determinado pelos fatores hospedeiro (idade, tipo e duração da infecção) ou pelos fatores virais (genótipos) e os repetidamente vírus da hepatite C RNA RT-PCR negativos no soro, não indicam necessariamente ausência de vírus da hepatite C no fígado. A associação de autoimunidade à hepatite C é questionável. Os marcadores imunes são freqüentemente detectados em baixos níveis. A modulação da resposta imune ao envelope protéico E2, após injeção de plasmídios DNA, tem sido usada para induzir respostas imunes específicas ao vírus da hepatite C. O espectro de tais respostas poderia ser ampliada mediante combinação de plasmídios, vias de administração e outras formas de imunógenos codificados (vacinas a base de peptídios). Tais estratégias podem vir a ser importantes, em breve, no combate aos altamente mutantes vírus da hepatite C. O papel patogênico dos novos vírus G e TT das hepatites está em estudos, porém é de consenso que suas associações com doença hepática ativa é fortuita. Resumo em inglês Hepatitis C virus was identified in 1989 as the main causative agent of non-A, non-B and was followed by the recognition of a high prevalence of hepatitis C virus infection after transfusion of infected blood or blood products and in association with intravenous drug abuse. The availability of sensitive and reliable techniques to screen blood for hepatitis C virus has reduced the incidence of post-transfusion hepatitis. True healthy carriers of hepatitis C virus did not e (mais) xist. Aproximately 95% of hepatitis C virus infected individuals can be identified by third generation anti- hepatitis C virus testing. Retrospective studies of iatrogenic hepatitis C virus infection are the main source of the natural history of the disease. The distribution of different hepatitis C virus genotypes varies according to the grographic region. In South America, Europe, The United States and Japan hepatitis C virus genotypes 1, 2 and 3 account for the majority of the infections, being (sub)type 1b the most prevalent. Epidemiological parameters (age, risk factors and duration of infection) may be associated with hepatitis C virus genotypes (intravenous drug abuse with types 1-a and 3-a and 1-b with post-transfusion hepatitic C). Subtype 1-b, lead to a more severe course of viral infection, with ultrastructural alterations of the mitochondria, and greater impairment of the process of oxidative phosphorylation. No increased production of free radicals may influence the evolution of the liver disease by an enhancement of the cytopathic effect of hepatitis C virus. The clinical significance of intrahepatic hepatitis C virus level in patients with chronic hepatitis C virus infection is not determined by host factors (age of patient, mode or duration of infection) or by virus factors (hepatitis C virus genotypes) and, repeatedly negative RT-PCR for hepatitis C virus RNA in serum does not indicate absence of hepatitis C virus from the liver. The association between autoimmunity and hepatitis C virus is questioned. Markers of its does occur with high frequency in these patients. Modulation of immune responses to hepatitis C virus envelope E2 protein following injection of plasmid DNA, has been used for induction of specific response to hepatitis C virus. The spectrum of such responses could likely be broadened by combining plasmids, delivery routes, and other forms of encoded immunogens (peptide vaccines). These may be important to the development of a vaccine against the high mutable hepatitis C virus. The pathogenic role of novel DNA virus (TTV) is under spotlight. As with hepatitis G, however, the association of TTV with disease is far from clear.

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