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Hiperplasia epitelial focal (doença de Heck) em descendente de índios brasileiros: relato de caso/ Focal epithelial hyperplasia (Heck's disease) in Brazilian indian descent: report of a case

Santos, Pedro Paulo de Andrade; Vasconcelos, Marcelo Gadelha; Pereira, Karuza Maria Alves; Souza, Lélia Batista de; Freitas, Roseana de Almeida; Costa, Antônio de Lisboa Lopes; Medeiros, Ana Myriam Costa de
2007-12-01

Resumo em português A hiperplasia epitelial focal, ou doença de Heck, é uma enfermidade rara, benigna, que afeta a mucosa oral de crianças e adultos jovens de diversas regiões do mundo e em diferentes grupos étnicos, como indígenas e esquimós. Apresenta correlação com o papilomavírus humano (HPV) no qual os tipos 13 e 32 têm sido consistentemente detectados nessas lesões. Este artigo relata um caso de uma paciente de 18 anos de idade, descendente de índios potiguares, que compar (mais) eceu ao serviço de estomatologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), exibindo lesões bem definidas, arredondadas, planas, localizadas em cavidade oral, com tempo de evolução de aproximadamente dois anos. As lesões foram submetidas a biópsias incisionais, constatado-se no exame histopatológico alterações epiteliais, como acantose, cristas epiteliais em forma de "taco de golfe" além de células mitosóides. Esses achados histopatológicos foram compatíveis com a hipótese clínica de hiperplasia epitelial focal (doença de Heck). Resumo em inglês The focal epithelial hyperplasia or Heck's disease is a benign rare pathology, that affects children and young adults oral mucosal in many world regions, and different ethnic groups, for example Indians and Eskimos. Presents correlation with the subtypes 13 and 32 of human papillomavirus (HPV). This article report a case of an 18-year-old patient, descent of potiguar indian, attended in stomatology service of Federal University of Rio Grande do Norte (UFRN), presenting we (mais) ll defined lesions, round, plane, localized in oral cavity with an evolution of two years. The lesions were submitted to incisional biopsies, verifying in histopathologic exam, epithelial alterations, like acanthosis, epithelial projections in "parquet block of golf" beyond mitosoid cells. These histopathological findings were compatible with clinical hypothesis of focal epithelial hyperplasia (Heck's disease).

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A origem do homem americano vista a partir da América do Sul: uma ou duas migrações?

Neves, Walter A.; Bernardo, Danilo V.; Okumura, Maria Mercedes M.
2007-06-01

Resumo em português Até meados da década de 1990, predominava na literatura especializada que o Novo Mundo teria sido colonizado por três levas distintas, todas com origem no nordeste asiático. Na segunda metade da década, dois modelos alternativos começaram a desfrutar de grande popularidade entre a comunidade acadêmica internacional. O primeiro deles, denominado "Modelo dos Dois Componentes Biológicos Principais", baseado na variabilidade craniométrica de populações nativas amer (mais) icanas extintas, sugere que a América teria sido colonizada por pelo menos duas populações morfologicamente distintas vindas do nordeste asiático. O segundo, gerado por pesquisas sobre a variabilidade do DNA mitocondrial e do cromossomo Y de populações indígenas atuais, defende que o continente americano teria sido colonizado por apenas uma migração, também de origem asiática. Alguns especialistas acreditam que a compatibilização desses dois modelos é simples: as duas morfologias que se sucederam no tempo no Novo Mundo são resultado de um processo microevolutivo local, independente daquele que ocorreu, em paralelo, na Ásia. Uma outra maneira de compatibilizar os dois cenários é assumir que morfologia craniana e linhagens de DNA são entidades evolutivamente independentes, com histórias, modos, tempos e tendências próprias. Este trabalho apresenta novas evidências de que dois padrões morfológicos cranianos de fato se sucederam no Novo Mundo. Um relacionado às populações mais antigas (paleoíndias) e um relacionado a populações arcaicas e agrocerâmicas. Esses resultados são analisados à luz da discussão acima caracterizada. Resumo em inglês Until mid 1990s the prevailing model to explain the early colonization of the Americas rested on the assumption that three different migrations were involved in the process. The first migration would have given rise to most of the modern Native Americans, and is known as "Amerind"; the second migration would have given rise only to the Na-Dene Indians of the northern pacific; while the third would have given rise to the Eskimos and Aleuts. Known as the Three Migrations Mo (mais) del, the model was said to rest on convergent evidences coming from dental morphology, linguistics and the gene pool of living Native Americans. By the time the model was formulated, genetic diversity of living humans was studied by means of gene products, like serum proteins, and not by means of DNA itself. From mid 1990s on, two other models to explain the origin of Native Americans started competing with the Three Migration Model. They are known today as The Two Main Biological Components Model, and The Single Migration Model. The first one rests on the analysis of the cranial morphology of extinct and extant Native Americans along time, while the second has emerged from the study of DNA polymorphisms of living populations, mainly from mitochondrial and Y chromosome DNA sequencing. In other words, evidence coming from cranial morphology and its variation along time sustains that two Northern Asian populations entered the continent: the first one exhibiting a more generalized cranial pattern, and a second one exhibiting a more specialized architecture. On the other hand, the distribution of DNA haplogroups in modern Native American populations is easily explained by the entrance of only one mother population from Northern Asia. In this study we present new evidence that two very distinct cranial morphologies are indeed found among extinct Native Americans along time: a more generalized cranial pattern typifying the first newcomers, known in the literature as Paleoindians (12 to 8 thousand years ago), and a more specialized pattern typifying latter groups, since the Archaic period (

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