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Efedrina versus fenilefrina: prevenção de hipotensão arterial durante anestesia raquídea para cesariana e efeitos sobre o feto/ Efedrina versus fenilefrina: prevención de hipotensión arterial durante anestesia raquidea para cesárea y efectos sobre el feto/ Ephedrine versus phenylephrine: prevention of hypotension during spinal block for cesarean section and effects on the fetus

Magalhães, Edno; Govêia, Catia Sousa; Ladeira, Luís Cláudio de Araújo; Nascimento, Bruno Góis; Kluthcouski, Sérgio Murilo Cavalcante
2009-02-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A hipotensão arterial durante a anestesia raquídea para cesariana deve-se ao bloqueio simpático e compressão aorto-cava pelo útero e pode ocasionar efeitos deletérios para o feto e a mãe. A efedrina e fenilefrina melhoram o retorno venoso após bloqueio simpático durante anestesia raquídea. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia da efedrina e da fenilefrina em prevenir e tratar a hipotensão arterial materna durante anestesia (mais) raquídea e avaliar seus efeitos colaterais e alterações fetais. MÉTODO: Sessenta pacientes, submetidas à anestesia raquídea com bupivacaína e sufentanil para cesariana, foram divididas aleatoriamente em dois grupos para receber, profilaticamente, efedrina (Grupo E, n = 30, dose = 10 mg) ou fenilefrina (Grupo F, n = 30, dose = 80 µg). Hipotensão arterial (pressão arterial menor ou igual a 80% da medida basal) foi tratada com bolus de vasoconstritor com 50% da dose inicial. Foram avaliados: incidência de hipotensão arterial, hipertensão arterial reativa, bradicardia e vômitos, escore de Apgar no primeiro e quinto minutos e gasometria do cordão umbilical. RESULTADOS: A dose média de efedrina foi 14,8 ± 3,8 mg e 186,7 ± 52,9 µg de fenilefrina. Os grupos foram semelhantes quanto aos parâmetros demográficos e incidência de vômitos, bradicardia e hipertensão arterial reativa. A incidência de hipotensão arterial foi de 70% no Grupo E e 93% no Grupo F (p Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La hipotensión arterial durante la anestesia raquídea para cesárea se debe al bloqueo simpático y a la compresión aortocava por el útero y puede ocasionar efectos malignos para el feto y su madre. La efedrina y fenilefrina mejoran el retorno venoso después del bloqueo simpático durante la anestesia raquídea. El objetivo de este estudio fue comparar la eficacia de la efedrina y de la fenilefrina en prevenir y tratar la hipotensión arter (mais) ial materna durante la anestesia raquídea y evaluar así sus efectos colaterales y las alteraciones fetales. MÉTODO: Sesenta pacientes, sometidas a la anestesia raquídea con bupivacaína y sufentanil para cesárea, se dividieron aleatoriamente en dos grupos para recibir, profilácticamente, efedrina (Grupo E, n = 30, dosis = 10mg) o fenilefrina (Grupo F, n = 30, dosis = 80 µg). Hipotensión arterial (presión arterial menor o igual a un 80% de la medida basal) fue tratada con bolo de vasoconstrictor con un 50% de la dosis inicial. Se evaluaron: incidencia de hipotensión arterial, hipertensión arterial reactiva, bradicardia y vómitos, puntuación de Apgar en el 1° y 5° minutos y gasometría del cordón umbilical. RESULTADOS: La dosis promedio de efedrina fue 14,8 mg (± 3,8) y 186,7 µg (± 52,9) de fenilefrina. Los grupos fueron similares en cuanto a los parámetros demográficos y a la incidencia de vómitos, bradicardia e hipertensión arterial reactiva. La incidencia de hipotensión arterial fue de un 70% en el Grupo E y un 93% en el Grupo F (p Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Hypotension during spinal block for cesarean section is secondary to the sympathetic blockade and aorto-caval compression by the uterus and it can be deleterious to both the fetus and the mother. Ephedrine and phenylephrine improve venous return after sympathetic blockade during the spinal block. The objective of this study was to compare the efficacy of ephedrine and phenylephrine in the prevention and treatment of maternal hypotension during s (mais) pinal block and to evaluate their side effects and fetal changes. METHODS: Sixty patients undergoing spinal block with bupivacaine and sufentanil for cesarean section were randomly divided in two groups to receive prophylactic ephedrine (Group E, n = 30, dose = 10 mg) or phenylephrine (Group P, n = 30, dose = 80 µg). Hypotension (blood pressure equal or lower than 80% of baseline values) was treated with bolus administration of the vasoconstrictor at 50% of the initial dose. The incidence of hypotension, reactive hypertension, bradycardia, and vomiting, and Apgar scores on the 1st and 5th minutes, and blood gases of the umbilical cord blood were evaluated. RESULTS: The mean dose of ephedrine used was 14.8 ± 3.8 mg and of phenylephrine was 186.7 ± 52.9 µg. Demographic parameters and the incidence of vomiting, bradycardia, and reactive hypertension were similar in both groups. Hypotension had an incidence of 70% in Group E and 93% in Group P (p

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Efeitos da efedrina sobre as funções cardiovascular e renal de cães sob anestesia com pentobarbital sódico/ Effects of rphedrine on cardiovascular and renal function of dogs anesthetized with sodium pentobarbital/ Efectos de la efedrina sobre las funciones cardiovascular y renal de perros bajo anestesia con pentobarbital sódico

Amorim, Rosa Beatriz; Braz, José Reinaldo Cerqueira; Castiglia, Yara Marcondes Machado; Vianna, Pedro Thadeu Galvão; Módolo, Norma Sueli Pinheiro
2002-07-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Com a perspectiva criada por algumas pesquisas de ações diferenciadas da efedrina sobre a função renal, dependendo da dose utilizada, e considerando-se as controvérsias ainda existentes a respeito dos seus efeitos sobre a função renal, esta pesquisa experimental tem como objetivo verificar se doses diferentes de efedrina determinam efeitos hemodinâmicos e renais diferenciados. MÉTODO: Em 32 cães anestesiados com pentobarbital sódico ( (mais) PS), submetidos a preparação cirúrgica, cateterismo, monitorização, expansão do volume do fluido extracelular e respiração controlada, foi estudada a hemodinâmica cardiovascular e renal e a função renal. Os cães foram distribuídos aleatoriamente em quatro grupos: G controle (n = 8), com os cães permanecendo apenas sob o efeito do PS, G ef. 2 µg (n = 8), G ef. 10 µg (n = 8) e G ef. 100 µg (n = 8), com os cães recebendo efedrina nas doses respectivas de 2, 10 e 100 µg.kg-1.min-1. Os atributos cardiovasculares e renais foram estudados em 5 momentos: controle (M1 e M2), durante a infusão de efedrina (M3 e M4) e após a suspensão da infusão de efedrina (M5). RESULTADOS: Não houve diferença significante entre os grupos em relação aos atributos estudados. Em G ef. 2 µg houve aumento significante de freqüência cardíaca, fluxo sangüíneo aórtico, débito urinário e excreção fracionária de sódio. Em G ef. 10 µg houve aumento apenas da freqüência cardíaca e fração de filtração, enquanto em G ef. 100 µg ocorreu aumento de freqüência cardíaca, pressão arterial média, pressão venosa central, fluxo sangüíneo aórtico e hematócrito; por outro lado, ocorreu diminuição dos fluxos plasmático e sangüíneo renais e aumento da resistência vascular renal. CONCLUSÕES: A efedrina, dependendo da dose utilizada, apresenta ações hemodinâmicas e renais diferenciadas. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Con la perspectiva creada por algunas pesquisas de acciones diferenciadas de la efedrina sobre la función renal, dependiendo de la dosis utilizada, y considerando las controversias aun existentes a respecto de sus efectos sobre la función renal, esta pesquisa experimental tiene como objetivo verificar si dosis diferentes de efedrina determinan efectos hemodinámicos y renales diferenciados. MÉTODO: En 32 perros anestesiados con pentobarbital (mais) sódico (PS), sometidos a preparación quirúrgica, cateterismo, monitorización, expansión del volumen del fluido extracelular y respiración controlada, fue estudiada la hemodinámica cardiovascular y renal y la función renal. Los perros fueron distribuidos aleatoriamente en cuatro grupos: G control (n=8), con los perros permaneciendo apenas sobre el efecto del PS, G ef. 2 µg (n=8), G ef. 10 µg (n=8) y G ef. 100 µg (n=8), con los perros recibiendo efedrina en las dosis respectivas de 2, 10 y 100 µg.kg-1.min-1. Los atributos cardiovasculares y renales fueron estudiados en 5 momentos: control (M1 y M2), durante la infusión de efedrina (M3 y M4) y después la suspensión de la infusión de efedrina (M5). RESULTADOS: No hubo diferencia significante entre los grupos en relación a los atributos estudiados. En G ef. 2 µg hubo aumento significante de frecuencia cardíaca, flujo sanguíneo aórtico, débito urinario y excreción fraccionaria de sodio. En G ef. 10 µg hubo aumento apenas de la frecuencia cardíaca y fracción de filtración, en cuanto en G ef. 100 µg ocurrió aumento de frecuencia cardíaca, presión arterial media, presión venosa central, flujo sanguíneo aórtico y hematócrito; por otro lado, ocurrió diminución de los flujos plasmático y sanguíneo renales y aumento de la resistencia vascular renal. CONCLUSIONES: La efedrina, dependiendo de la dosis utilizada, presenta acciones hemodinámicas y renales diferenciadas. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Some studies have shown differentiated dose-dependent effects of ephedrine on cardiovascular and renal functions. This study aimed at verifying whether different ephedrine doses determine differentiated hemodynamic and renal effects. METHODS: Cardiovascular and renal hemodynamics and renal function were evaluated in 32 dogs anesthetized with sodium pentobarbital (SP) for surgical preparation, catheterization, extracellular fluid volume expansion (mais) and mechanical ventilation. Dogs were randomly distributed in four groups: G control (n = 8), in which dogs remained only under the effect of SP; G ephedrine 2 µg (n = 8); G ephedrine 10 µg (n = 8); and G ephedrine 100 µg (n = 8), in which dogs received 2, 10, and 100 µg.kg-1.min-1 ephedrine, respectively. Cardiovascular and renal parameters were studied at control (M1 and M2), during ephedrine infusion (M3 and M4) and after ephedrine infusion withdrawal (M5). RESULTS: There were no significant differences among groups. There has been a significant increase in heart rate, aortic blood flow, urinary output and fractional sodium excretion in G ephedrine 2 µg. There has been a significant increase in heart rate and filtration fraction in G ephedrine 10 µg while in G ephedrine 100 µg there has been a significant increase in heart rate, mean blood pressure, aortic blood flow, central venous pressure, renal vascular resistance and hematocrit, and a significant decrease in renal plasma and blood flow. CONCLUSIONS: Our study has shown that ephedrine has differentiated dose-dependent hemodynamic and renal effects.

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Estudo comparativo entre efedrina e etilefrina como vasopressor para correção da hipotensão arterial materna em cesarianas eletivas com raquianestesia/ Ephedrine and etilefrine as vasopressor to correct maternal arterial hypotension during elective cesarean section under spinal anesthesia. Comparative study/ Estudio comparativo entre efedrina y etilefrina como vasopresor para correción de la hipotensión materna en cesáreas electivas con raquianestesia

Belzarena, Sérgio D.
2006-06-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A efedrina é o vasopressor mais utilizado em obstetrícia e a etilefrina é muito usada em anestesia regional. O objetivo deste estudo foi comparar a efedrina com a etilefrina para correção de hipotensão arterial materna durante raquianestesia para cesariana eletiva. MÉTODO: Foram estudadas 120 gestantes divididas de forma aleatoria em dois grupos iguais. Todas receberam raquianestesia com bupivacaína, fentanil e morfina. Foi medida a pres (mais) são arterial não-invasiva e a freqüência cardíaca. Os recém-nascidos foram avaliados com o índice de Apgar. A incidência de hipotensão arterial, a quantidade de vasopressor necessária para correção e os efeitos adversos foram anotados. RESULTADOS: Ocorreu hipotensão arterial materna com freqüência nos dois grupos, sendo 68% do grupo etilefrina e 63% do grupo efedrina. Na maioria das gestantes foi corrigida com a primeira dose do vasopressor, sem diferença entre os grupos (66% etilefrina, 58% efedrina). A hipotensão arterial necessitou de duas ou mais doses de vasopressor para ser corrigida ou houve hipertensão reativa em poucas pacientes (24% e 10% do grupo etilefrina e 34% e 8% do grupo efedrina, respectivamente) sem diferença estatística significativa. Não houve diferença nos efeitos adversos e nos testes dos recém-nascidos. CONCLUSÕES: Com o método de administração empregado e com as doses de vasopressor selecionadas não houve diferença entre a efedrina e a etilefrina quando utilizadas para corrigir a hipotensão arterial materna em cesarianas com raquianestesia. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La efedrina es el vasopresor más utilizado en obstetricia y la etilefrina es muy usada en anestesia regional. El objetivo de este estudio fue el de comparar la efedrina con la etilefrina para la corrección de la hipotensión arterial materna durante raquianestesia para cesárea electiva. MÉTODO: Se estudiaron 120 embarazadas divididas aleatoriamente en dos grupos iguales. Todas recibieron raquianestesia con bupivacaína, fentanil y morfina. S (mais) e les midió la presión arterial no invasiva y la frecuencia cardiaca. Los recién nacidos fueron evaluados con el índice de Apgar. La incidencia de hipotensión arterial, la cantidad de vasopresor necesaria para corrección y los efectos adversos fueron registrados. RESULTADOS: Ocurrió hipotensión arterial materna con frecuencia en los dos grupos, siendo un 68% del grupo etilefrina y un 63% del grupo efedrina. En la mayoría de las embrazadas, se corrigió con la primera dosis del vasopresor, sin diferencia entre los grupos (66% etilefrina, 58% efedrina). La hipotensión arterial necesitó dos o más dosis de vasopresor para ser corregida o se registró hipertensión reactiva en pocas pacientes (un 24% y un 10% del grupo etilefrina y 34% y 8% del grupo efedrina, respectivamente), sin diferencia estadística significativa. No hubo diferencia en los efectos adversos y en las pruebas de los recién nacidos. CONCLUSIONES: Con el método de administración empleado y con las dosis de vasopresor seleccionadas no hubo diferencia entre la efedrina y la etilefrina cuando se utilizaron para corregir la hipotensión arterial materna en cesáreas con raquianestesia. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Ephedrine is the most popular vasopressor for obstetrics and etilefrine is widely used in regional anesthesia. This study aimed at comparing ephedrine and etilefrine to correct maternal arterial hypotension during elective Cesarean section under spinal anesthesia. METHODS: Participated in this study 120 pregnant patients who were randomly distributed in two equal groups. All patients received spinal anesthesia with bupivacaine, fentanyl and morp (mais) hine. Noninvasive blood pressure and heart rate were monitored. Neonates were evaluated by the Apgar score. The incidence of hypotension, the amount of vasopressor needed to correct it and adverse effects were recorded. RESULTS: Maternal hypotension was similar in both groups (68% etilefrine group and 63% ephedrine group). The first vasopressor dose was enough to correct hypotension in most patients, with no difference between groups (66% etilefrine, 58% ephedrine). Few patients needed two or more doses to correct hypotension or presented reactive hypertension (24% and 10% in etilefrine and 34% and 8% in ephedrine groups, respectively), without statistically significant differences. There were no differences in adverse effects and neonate tests. CONCLUSIONS: With the administration method and selected vasopressor doses, there have been no differences between ephedrine and etilefrine used to correct maternal hypotension during Cesarean section under spinal anesthesia.

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Efeito do propofol associado à efedrina no tempo de latência do cisatracúrio/ Effect of propofol in combination with ephedrine upon the onset time of cisatracurium

Moro, Eduardo Toshiyuki; Nakamura, Giane; Martino, Rodolfo Silva de; Nakamoto, Márcio Luiz; Rodrigues Júnior, Geraldo Rolim; Ganem, Eliana Marisa; Módolo, Norma Sueli Pinheiro
2007-06-01

Resumo em português OBJETIVOS: Este estudo teve por objetivo avaliar a eficácia da efedrina na prevenção dos efeitos hemodinâmicos induzidos pela associação do propofol e do remifentanil, assim como os efeitos sobre o tempo de latência do cisatracúrio. MÉTODOS: Sessenta pacientes com idade entre 18 e 52 anos, estado físico ASA I ou II, foram divididos em três grupos, aleatoriamente: G I - propofol 1%; G II - propofol 1% + efedrina 0,5 mg.ml-1 e G III - propofol 1% + efedrina 1,0 m (mais) g.ml-1 (velocidade de infusão igual a 180 ml.h-1), até a perda da consciência. Administrou-se remifentanil (0,5 mg.kg-1.min-1) e cisatracúrio na dose de 0,15 mg.kg-1. Foram registrados os dados demográficos, os sinais vitais (PAS, PAM, PAD, FC e SpO2) e o tempo de latência do cisatracúrio. RESULTADOS: Os grupos foram homogêneos com relação aos dados demográficos. Houve diminuição estatisticamente significativa dos valores de PAS, PAM, PAD e FC, um e três minutos após a administração do propofol, porém sem significado clínico importante e sem diferença entre os grupos. As medianas para os tempos de latência do cisatracúrio foram: 178 s (G2 e G3) e 183 s (G1), mas sem diferença significante entre os grupos. CONCLUSÃO: Não houve diminuição clinicamente importante dos parâmetros hemodinâmicos avaliados nos grupos que receberam ou não a efedrina e o tempo de latência do cisatracúrio foi o mesmo para os diferentes grupos. Resumo em inglês OBJECTIVE: The onset time of neuromuscular blocking drugs is partially determined by circulatory factors, including muscle blood flow and cardiac output. The aim of the present paper was to: 1) compare the haemodynamic effects of adding different doses of ephedrine to an induction dose of propofol and remifentanil. 2) onset time of cisatracurium. METHODS: Sixty patients were randomly allocated into three groups: G1 - 1% propofol; G2 - 1% propofol + 0.5 mg.ml-1 ephedrine a (mais) nd G3 - 1% propofol + 1.0 mg.ml-1 ephedrine. All patients received continuous infusion of remifentanil (0.5 mg.kg-1.min-1). The rate of propofol infusion was 180 ml.h-1 until loss of consciousness and a loading dose of cisatracurium (0.15 mg.kg-1) was then given. After induction of anesthesia, the ulnar nerve was stimulated supramaximally every 10s, and the evoked twitch response of the adductor pollicis was recorded by accelerometry. RESULTS: There was no statistical difference between groups with respect to age, weight, dose of propofol administered and onset time of cisatracurium (tables 1, 2). Heart rate, SpO2, systolic, diastolic and mean blood pressures were compared at 1 and 3 min post-induction. There were statistical differences in HR, SAP, DAP and MAP, without significant adverse clinical effects. CONCLUSIONS: There were no clinically important decreases in the hemodynamic parameters evaluated in the groups receiving ephedrine or not, and the onset time of cisatracurium was the same for all groups.

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Avaliação da influência do polimorfismo do códon 16 do receptor beta-2 adrenérgico na incidência de hipotensão arterial e uso de efedrina em grávidas submetidas à anestesia subaracnoidea/ Evaluation of the influence of the codon 16 polymorphism of the beta-2 adrenergic receptor gene on the incidence of arterial hypotension and ephedrine use in pregnant patients submitted to subarachnoid anesthesia/ Evaluación de la influencia del polimorfismo del codón 16 del receptor beta-2 adrenérgico en la incidencia de hipotensión arterial y uso de efedrina en embarazadas sometidas a la anestesia subaracnoidea

Magalhães, Edno; Gomes, Maurício Daher Andrade; Barra, Gustavo Barcelos; Govêia, Cátia Sousa; Ladeira, Luis Cláudio Araújo
2010-06-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O gene do receptor beta-2 adrenérgico possui diversos polimorfismos. Estudos recentes vêm demonstrando sua importância clínica. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do polimorfismo Arg16Gli na incidência de hipotensão arterial e uso de efedrina em parturientes submetidas ao bloqueio subaracnoideo para cesariana. MÉTODO: Parturientes hígidas (ASA I e II) foram submetidas à anestesia raquidiana para realização de cesarian (mais) a eletiva (n = 50). Efedrina foi administrada nos casos de hipotensão arterial. A incidência de hipotensão arterial e a dose requerida de efedrina para correção da pressão arterial foram comparadas entre os diferentes genótipos encontrados. RESULTADOS: O genótipo mais prevalente foi o Arg16Gli (60%, n = 30) seguido pelo Gli16Gli (26%, n = 13) e Arg16Arg (14%, n = 7). Não foram observadas diferenças entre as características básicas dos genótipos. Com relação ao genótipo Arg16Arg, o Gli16Gli apresentou aumento da razão de risco de hipotensão arterial (hazard ratio) de 3,95 vezes (IC 95% 0,86-18,11; p = 0,076), enquanto o Arg16Gli apresentou aumento de 4,83 vezes (IC 95% 1,13-20,50; p = 0,033). As parturientes com Arg16Arg precisaram, em média, de 6,4 ± 8,5 mg de efedrina para correção de hipotensão arterial, enquanto as do Arg16Gli precisaram de 19,5 ± 15,9 mg (p = 0,0445; IC 95% 0,3325-25,78) e as do tipo Gli16Gli, 19,2 ± 14,3 (p = 0,0445, IC 95% 0,3476-25,26). CONCLUSÕES: Os resultados mostraram que a variante genética Arg16Arg apresenta menor incidência de hipotensão arterial e que menores doses de efedrina foram necessárias para restabelecimento de normotensão arterial nas pacientes com esse perfil genético. Concluímos que o genótipo Arg16Arg confere maior estabilidade pressórica às parturientes submetidas à anestesia raquidiana para cesariana. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El gen del receptor beta-2 adrenérgico posee diversos polimorfismos. Estudios recientes han venido demostrando su importancia clínica. El objetivo de este trabajo, fue evaluar la influencia del polimorfismo Arg16Gli en la incidencia de hipotensión arterial y el uso de efedrina en parturientas sometidas al bloqueo subaracnoideo para cesárea. MÉTODO: Parturientas sanas (ASA I y II) fueron sometidas a la anestesia raquídea para la realizació (mais) n de cesárea electiva (n = 50). Efedrina fue administrada en los casos de hipotensión arterial. La incidencia de hipotensión arterial y la dosis requerida de efedrina para la corrección de la presión arterial fueron comparadas entre los diferentes genotipos encontrados. RESULTADOS: El genotipo que más prevaleció fue el Arg16Gli (60%, n = 30) seguido por el Gli16Gli (26%, n = 13) y Arg16Arg (14%, n = 7). No se observaron diferencias entre las características básicas de los genotipos. Con relación al genotipo Arg16Arg, el genotipo Gli16Gli presentó un aumento de la razón de riesgo de hipotensión arterial (hazard ratio) de 3,95 veces (IC 95% 0,86-18,11; p = 0,076), mientras que el genotipo Arg16Gli presentó un aumento de 4,83 veces (IC 95% 1,13-20,50; p = 0,033). Las parturientas con genotipo Arg16Arg, necesitaron como promedio 6,4 ± 8,5 mg de efedrina para la corrección de la hipotensión arterial, mientras que las del genotipo Arg16Gli necesitaron 19,5 ± 15,9 mg (p = 0,0445; IC 95% 0.3325-25.78) y las del tipo Gli16Gli 19,2 ± 14,3 (p = 0,0445, IC 95% 0.3476-25.26). CONCLUSIONES: Los resultados mostraron que la variante genética Arg16Arg presenta una menor incidencia de hipotensión arterial y que menores dosis de efedrina fueron necesarias para el reestablecimiento de la normotensión arterial en las pacientes con ese perfil genético. Concluimos que el genotipo Arg16Arg le da una mayor estabilidad de presión a las parturientas sometidas a la anestesia raquídea para cesárea. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: The beta-2 adrenergic receptor gene has several polymorphisms. Recent studies have demonstrated the clinical importance of the latter. The objective of the present study was to evaluate the influence of the Arg16Gli polymorphism on the incidence of arterial hypotension and ephedrine use in pregnant patients submitted to subarachnoid block for Cesarean section. METHOD: Healthy parturients (ASA I and II) were submitted to subarachnoid anesthesia f (mais) or elective Cesarean section (n = 50). Ephedrine was administered in cases of arterial hypotension. The incidence of arterial hypotension and the required dose of ephedrine to correct the arterial pressure were compared between the different genotypes identified. RESULTS: The most prevalent genotype was Arg16Gli (60%, n = 30) followed by Gli16Gli (26%, n = 13) and Arg16Arg (14%, n = 7). No differences were observed regarding the basic characteristics of the genotypes. In comparison to the Arg16Arg genotype, the Gli16Gli presented a 3.95-fold increase in the hazard ratio of arterial hypotension (95%CI 0.86-18.11; p = 0.076), whereas the Arg16Gli presented a 4.83-fold increase (95%CI 1.13-20.50; p = 0.033). The parturients with the Arg16Arg needed, on average, 6.4 ± 8.5 mg of ephedrine to correct the arterial hypotension, whereas those with the Arg16Gli needed 19.5 ± 15.9 mg (p = 0.0445; 95%CI 0.3325-25.78) and the ones with the Gli16Gli genotype, 19.2 ± 14.3 (p = 0.0445, 95%CI 0.3476-25.26). CONCLUSIONS: The results show that the genetic variant Arg16Arg presents a lower incidence of arterial hypertension and that lower doses of ephedrine were necessary to reestablish normal arterial pressure in the patients with this genetic profile. We conclude that the Arg16Arg genotype confers better pressure stability to the parturients submitted to subarachnoid anesthesia for Cesarean section.

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Infarto do miocárdio em atleta jovem associado ao uso de suplemento dietético rico em efedrina/ Myocardial infarction associated with the use of a dietary supplement rich in ephedrine in a young athlete

Forte, Rafael Yared; Precoma-Neto, Daniel; Chiminacio Neto, Nelson; Maia, Francisco; Faria-Neto, José Rocha
2006-11-01

Resumo em português Suplementos dietéticos que contêm efedrina e outros alcalóides relacionados à efedrina são largamente consumidos em vários países, com propósito de estímulo energético e perda de peso. Mesmo sendo proibida a sua comercialização no Brasil, esses produtos podem ser comprados ilegalmente pela Internet ou em academias. Relatamos a seguir o caso de um jovem atleta, sem fatores de risco para doença cardiovascular, que apresentou infarto do miocárdio no período em que fez uso de suplemento rico em efedrina. Resumo em inglês Dietary supplements containing ephedrine and other alkaloids related to ephedrine are largely consumed in various countries, with the purpose of energetic stimulation and weight loss. Despite the fact that it is not approved for marketing in Brazil, these products may be freely purchased over the Internet or at gyms/fitness centers. We report the case of a young athlete with no risk factors for cardiovascular disease who experienced a myocardial infarction during the period in which he used an ephedrine-rich supplement.

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Eficácia e tolerabilidade das substâncias calorigênicas: ioimbina, triiodotironina, aminofilina combinada a efedrina e fenilpropanolamina no tratamento da obesidade a curto prazo

Rascovski, A.; Millner, T.H.; Batalha, L.; Reis, C.; Mancini, M.C.; Halpern, A.
2000-02-01

Resumo em português Objetivo: Determinar a eficácia e tolerabilidade de 4 substâncias calorigênicas: ioimbina, triiodotironina (T3), combinação efedrina-aminofilina e fenilpropanolamina (FPA). Material, Métodos e Desenho da Pesquisa: 103 mulheres obesas (30 (mais) T3, 100mg de aminofilina + 25mg de efedrina e 25mg de FPA. Foi ainda incluído um grupo placebo. Os 4 medicamentos e o placebo foram dados 3 vezes ao dia, antes do desjejum, do almoço e do jantar. O estudo se realizou num período de 12 semanas, para cada paciente e no início e o fim do mesmo foram avaliados peso, composição corpórea por bioimpedância, metabolismo de repouso (por calorimetria), pulso e pressão arterial e eventos adversos. Resultados: Houve perda de peso em todos os grupos, mas o único que perdeu peso significativamente em relação ao grupo placebo foi o que recebeu FPA (p Resumo em inglês Objective: To determine weight loss efficacy of four thermogenic drugs often used in obesity treatment. Design, Material and Methods: 103 obese women (30 (mais) for weight, blood pressure, heart rate, adverse events and adherence. Each subject was submitted to bioimpedance and calorimetry analysis in the beginning and in the end of the study. Results: Patients who were taking PPA lost significantly more weight (measured by DBMI) as compared to the other groups in relation to placebo group (p

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Determinação de efedrinas em urina por cromatografia em fase gasosa (CG/DNP) para o controle da dopagem no esporte/ Gas chromatographic method for the determination of ephedrines in urine for doping control purposes

Garcia, Paula Rodrigues; Yonamine, Mauricio; Moreau, Regina Lúcia de Moraes
2005-09-01

Resumo em português Efedrinas são aminas simpatomiméticas componentes de diversas especialidades farmacêuticas, utilizadas no tratamento de doenças respiratórias devido à sua ação descongestionante e broncodilatora. Atualmente, diversos produtos comercializados como suplementos nutricionais contêm efedrinas e são amplamente utilizados no meio esportivo, com o objetivo de facilitar a queima de gorduras e melhorar o desempenho. Entretanto, o uso indiscriminado destas substâncias pod (mais) e acarretar série de efeitos tóxicos como hipertensão, taquicardia, cefaléia e tremores. Devido à sua ação psicoestimulante, foram incluídas na lista de substâncias proibidas nas atividades esportivas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e estabelecidas concentrações na urina para o controle da dopagem (efedrina e metilefedrina: 10 µg/mL). O presente trabalho teve como objetivo a validação de um método para quantificação de efedrinas, por cromatografia em fase gasosa acoplada a detetor de nitrogênio/fósforo (CG/DNP), em amostras de urina com a finalidade de controle da dopagem. O método consistiu em extração líquido-líquido e posterior derivação das efedrinas com anidrido trifluoroacético, e demonstrou ser simples e prático, apresentando linearidade nas faixas de concentração estudadas. Amostras de urina de voluntários que relataram uso de efedrinas foram submetidas à análise pelo método proposto. Resumo em inglês Ephedrines are sympathomimetic amines present in many pharmaceutical preparations used in the treatment of respiratory diseases due to their actions against broncospasm and congestion. Nowadays, several products sold as nutritional supplements contain ephedrines and are widely used in a diverse range of sports as weight loss aids and enhancement of athletic performance. However, the abuse of ephedrines may lead to a number of adverse effects including hypertension, headac (mais) he, tachycardia and seizure. Due to their CNS stimulating action, ephedrines are included in the prohibited list of substances by the International Olympic Committee (IOC). Urinary threshold concentrations were established (ephedrine and methylephedrine >10 µg/mL). The aim of this work was to develop and validate a method for the simultaneous determination of ephedrines present in urine samples for doping purposes by gas chromatography with nitrogenous-phosphorous detector (GC/NPD). The method was based on a liquid-liquid extraction of alkalinized urine and further derivatization with trifluoroacetic anhydride (TFA). The validated method showed to be simple, practical and linear at the studied concentrations range. Urine samples collected from volunteers, who reported the use of ephedrines, were submitted to the proposed method.

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Investigação da presença de efedrinas em Ephedra tweediana Fisch & C.A. Meyer e em E. triandra Tul. (Ephedraceae) coletadas em Porto Alegre/RS/ Investigation of the presence of ephedrines in Ephedra tweediana Fisch & C.A. Meyer and E. triandra Tul. (Ephedraceae) collected in Porto Alegre/RS

Boff, Bruna de S.; Sebben, Viviane C.; Paliosa, Patrícia K.; Azambuja, Ingrid; Singer, Rodrigo B.; Limberger, Renata P.
2008-09-01

Resumo em português Amostras de Ephedra tweediana Fisch & C.A. Meyer, coletadas de populações nativas da Reserva Biológica do Lami José Lutzenberger (Porto Alegre, RS, Brasil), e amostras de Ephedra triandra Tul., obtidas de plantas cultivadas em Porto Alegre/RS, foram extraídas com acetona, derivatizadas com ciclohexanona e analisadas por CG/EM. Para verificação da eficiência da metodologia, além das amostras de Ephedra tweediana e E. triandra, foram analisadas cinco amostras comer (mais) ciais de Ephedra, de procedências distintas, cedidas por farmácias de manipulação locais. Os resultados encontrados indicam a ausência de efedrinas em Ephedra tweediana e E. triandra e presença de efedrina e/ou pseudoefedrina nas amostras comerciais. Resumo em inglês Samples of Ephedra tweediana, collected from native populations occurring in the Reserva Biológica do Lami José Lutzenberger (Porto Alegre, RS, Brazil), and from cultivated plants of Ephedra triandra were submitted to extraction with acetone, derivatized with cyclohexanone and analyzed by GC/MS. In order to verify the efficiency of the methodology, besides Ephedra tweediana and E. triandra, samples of five commercial Ephedra extracts were analyzed, from distinct origins (mais) , get up from local drugstores. The results showed the absence of ephedrines in Ephedra tweediana and E. triandra, and the presence of ephedrine and/or pseudoephedrine in commercial samples.

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Raquianestesia para cesariana: estudo comparativo entre bupivacaína isobárica e hiperbárica associadas à morfina/ Spinal anesthesia for cesarean section: comparative study between isobaric and hyperbaric bupivacaine associated to morphine/ Raquianestesia para cesárea: estudio comparativo entre bupivacaína isobárica e hiperbárica asociadas a la morfina

Neves, José Francisco Nunes Pereira das; Monteiro, Giovani Alves; Almeida, João Rosa de; Brun, Ademir; Cazarin, Nivaldo; Sant´Anna, Roberto Silva; Duarte, Evandro Soldate
2003-09-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Preparações de bupivacaína com ou sem glicose são usadas com freqüência na prática clínica e o nível máximo de bloqueio é determinado pela dispersão do anestésico local no LCR. O objetivo deste estudo é comparar a utilização de bupivacaína isobárica e hiperbárica em pacientes submetidas à raquianestesia para cesariana. MÉTODO: Foi realizado um estudo prospectivo, aleatório e duplamente encoberto em que foram incluídas 60 p (mais) acientes submetidas à raquianestesia para cesariana e divididas em dois grupos: BI (bupivacaína isobárica a 0,5%, 12,5 mg) e BH (bupivacaína hiperbárica a 0,5%, 12,5 mg). Após monitorização, foi feita punção venosa e hidratação com solução de Ringer com lactato. A punção subaracnóidea foi feita no espaço L3-L4, via paramediana, com agulha de Quincke 27G e após gotejamento de LCR, foram injetados morfina (100 µg) e bupivacaína na velocidade de 1 ml. a cada 15 segundos, separadamente. Após o retorno à posição horizontal, foram anotados: tempo de latência (ausência de sensibilidade em L3) de 1 em 1 minuto, bloqueio sensitivo e motor após 20 minutos. Até o pinçamento do cordão umbilical, as pacientes eram mantidas em valores pressóricos semelhantes aos valores pré-anestésicos e, se necessário, era utilizada efedrina. Os recém-nascidos foram avaliados pelo método de Apgar no 1º e 5 º minutos. Após 120 minutos da injeção do anestésico local, na SRPA, eram avaliados os bloqueios sensitivo e motor. RESULTADOS: Os grupos foram homogêneos. Tempo de latência: Grupo BI (1’, 50") e BH (1’, 33"), sem diferença estatística. Os bloqueios sensitivo e motor, aos 20 minutos, não mostraram diferenças significativas. Consumo de efedrina: BI (11,83 mg) e BH (14,17 mg), sem diferença estatística. A avaliação estatística na SRPA mostrou diferença significativa para bloqueio motor. CONCLUSÕES: O estudo permitiu concluir que a bupivacaína isobárica e hiperbárica em doses de 12,5 mg, associadas à morfina (100 µg) em raquianestesia para cesariana em gestante a termo, são eficientes e apresentam perfis semelhantes. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Preparaciones de bupivacaína con o sin glicosis son usadas con frecuencia en la práctica clínica y el nivel máximo de bloqueo es determinado por la dispersión del anestésico local en el LCR. El objetivo de este estudio es comparar la utilización de bupivacaína isobárica e hiperbárica en pacientes sometidas a raquianestesia para cesárea. MÉTODO: Fue realizado un estudio prospectivo, aleatorio y duplamente encubierto en que fueron incl (mais) uidas 60 pacientes sometidas a raquianestesia para cesárea y divididas en dos grupos: BI (bupivacaína isobárica a 0,5%, 12,5 mg) y BH (bupivacaína hiperbárica a 0,5%, 12,5 mg). Después de la monitorización, fue hecha punción venosa e hidratación con solución de Ringer con lactato. La punción subaracnóidea fue hecha en el espacio L3-L4, vía paramediana, con aguja de Quincke 27G y después de goteamiento de LCR, fueron inyectados morfina (100 µg) y bupivacaína a la velocidad de 1 ml. a cada 15 segundos, separadamente. Después del retorno a la posición horizontal, fueron anotados: tiempo de latencia (ausencia de sensibilidad en L3) de 1 en 1 minuto, bloqueo sensitivo y motor después de 20 minutos. Hasta el pinzamiento del cordón umbilical, las pacientes eran mantenidas en valores presóricos semejantes a los valores pre-anestésicos y, si necesario, era utilizada efedrina. Los recien-nacidos fueron evaluados por el método de Apgar en el 1º y 5º minutos. Después de 120 minutos de la inyección del anestésico local, en SRPA, eran evaluados el bloqueo sensitivo y motor. RESULTADOS: Los grupos fueron homogéneos. Tiempo de latencia: Grupo BI (1’, 50") y BH (1’, 33"), sin diferencia estadística. Los bloqueos sensitivo y motor, a los 20 minutos, no mostraron diferencias significativas. Consumo de efedrina: BI (11,83 mg) y BH (14,17 mg), sin diferencia estadística. La evaluación estadística en la SRPA mostró diferencia significativa para bloqueo motor. CONCLUSIONES: El estudio permitió concluir que la bupivacaína isobárica e hiperbárica en dosis de 12,5 mg, asociados a la morfina (100 µg) en raquianestesia para cesárea en gestante a término, son eficientes y presentan perfiles semejantes. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Bupivacaine preparations, plain or with glucose, are frequently used in the clinical practice. Blockade upper level is determined by local anesthetic spread in the CSF. This study aimed at comparing isobaric and hyperbaric bupivacaine in patients submitted to spinal anesthesia for Cesarean section. METHODS: In this prospective, randomized and double-blind study 60 patients submitted to spinal anesthesia for Cesarean section were distributed in t (mais) wo groups: IB - (0.5% isobaric bupivacaine, 12.5 mg) and HB - (0.5% hyperbaric bupivacaine, 12.5 mg). After monitoring, venous puncture was performed followed by hydration with lactated Ringer’s solution. Spinal puncture was paramedially performed at L3-L4 interspace with 27G Quincke needle. Following the CSF dripping, morphine (100 µg) and bupivacaine were separately injected at the speed of 1 ml.15 s-1. With the patient back to supine position, two parameters were recorded: onset time (absence of sensitivity in L3) at 1-minute intervals as well as motor and sensory block after 20 minutes. All patients were kept with preanesthetic blood pressure levels until umbilical cord clamping, and if necessary, ephedrine was administered. Neonates were evaluated by Apgar’s score at 1 and 5 minutes. Sensory and motor blocks were also evaluated at PACU 120 minutes after local anesthetic injection. RESULTS: Groups were homogeneous. Onset time: Group IB (1’, 50") and HB (1’,33"), with no statistical difference. Motor and sensory block at twenty minutes showed no significant difference. Ephedrine consumption: IB (11.83 mg) and HB (14.17 mg), showed also no statistical difference. PACU motor block evaluation showed significant differences. CONCLUSIONS: We concluded that 12.5 mg isobaric and hyperbaric bupivacaine associated to morphine (100 µg) in spinal anesthesia for Cesarean section in term pregnant women are effective and present similar profiles.

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Utilidade da ecocardiografia transeofageana durante hipotensão arterial grave em cirurgia não cardíaca/ Utility of transesophageal echocardiography during severe hypotension in non-cardiac surgery/ Utilidad de la ecocardiografía transeofageana durante hipotensión arterial severa en cirugía no cardiaca

Schulmeyer, Cabrera; Farías, Jorge; Rajdl, Eduardo; Maza, Jaime de La; Labbé, Marcela
2010-10-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Hipotensão arterial grave e refratária é uma ocorrência perioperatória rara em cirurgias não cardíacas, mas a determinação de sua etiologia é essencial para o tratamento bem-sucedido. MÉTODOS: Adultos submetidos a cirurgias não cardíacas foram incluídos prospectivamente neste estudo. Hipotensão arterial grave foi definida como uma queda de 30% em relação à pressão arterial sistólica basal que não respondeu à administração (mais) adequada de fluidos e efedrina, de acordo com critérios do anestesiologista. Uma sonda multiplanar de ecocardiografia transesofageana (ETE) foi inserida antes de qualquer outro monitoramento hemodinâmico invasivo. RESULTADOS: Quarenta e dois adultos (68 ± 12 anos) foram incluídos neste estudo, 84% durante a cirurgia não cardíaca eletiva. Cirurgias abdominais (abertas e laparoscópicas), torácicas e ortopédicas foram as mais frequentes. Em todos os pacientes, a ETE foi útil para a determinação da etiologia da hipotensão arterial grave. Hipovolemia foi diagnosticada em 18 pacientes (42%). Baixa fração de ejeção (FE Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La hipotensión arterial severa y refractaria es una incidencia rara en Cirugías no cardiacas, pero determinar su etiología es esencial para el tratamiento exitoso. MÉTODOS: Adultos sometidos a cirugías no cardiacas que fueron incluidos prospectivamente en este estudio. La hipotensión arterial severa fue definida como una caída de un 30% con relación a la presión arterial sistólica basal que no respondió a la administración adecuada d (mais) e fluidos y efedrina, de acuerdo con critérios del anestesiólogo. Una sonda multiplanar de ecocardiografía transesofageana (ETE) se insertó antes de cualqueir otro monitoreo hemodinámico invasivo. RESULTADOS: Cuarenta y dos adultos (68 ± 12 años) se incluyeron en este estudio, 84% durante la Cirugía no cardiaca electiva. Cirugías abdominales (abiertas y laparoscópicas), torácicas y ortopédicas fueron las más frecuentes. En todos los pacientes, la ETE fue útil para la determinación de la etiología de la hipotensión arterial severa. La Hipovolemia fue diagnosticada en 18 pacientes (42%). Una baja fracción de eyección (FE Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Severe and refractory hypotension is an infrequent perioperative situation during non-cardiac surgery, but determining its etiology is essential for successful management and therapy. METHODS: Adults undergoing non-cardiac surgery were prospectively enrolled in this study. Severe hypotension was defined as a drop from 30% of baseline systolic arterial pressure unresponsive to adequate fluids administration and to ephedrine, according to the anas (mais) thesiologist criteria. A multiplanar transesophageal echocardiography (TEE) probe was inserted, prior to any other invasive hemodynamic monitor. RESULTS: Forty two adults (68 ± 12 years) were studied, 84% during elective non-cardiac surgery. Abdominal (open and laparoscopic), thoracic and orthopaedic surgeries were performed most frequently. In all patients, TEE was useful for determining the etiology of severe hypotension. Hypovolemia was diagnosed in 18 patients (42%). Low ejection fraction (EF

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Remifentanil associado ao propofol ou sevoflurano para colecistectomia videolaparoscópica: estudo comparativo/ Remifentanil associated to propofol or sevoflurane for videolaparoscopic cholecystectomy: a comparative study/ Remifentanil asociado al propofol o sevoflurano para colecistectomia videolaparoscópica/ estudio comparativo

Estivalet, Fernanda Fischer; Bagatini, Airton; Gomes, Cláudio Roberto
2002-07-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Técnicas de anestesia venosa, inalatória ou combinadas têm sido utilizadas para colecistectomias por videolaparoscopia. O objetivo deste estudo foi comparar o emprego de remifentanil associado ao propofol ou sevoflurano em relação aos parâmetros hemodinâmicos, a recuperação da anestesia e aos efeitos colaterais. MÉTODO: Foram estudados 40 pacientes, divididos em 2 grupos: Grupo 1 (G1) - Indução com propofol em concentração plasmát (mais) ica alvo-controlada de 3 µg.ml-1 e remifentanil na dose de 0,3 µg.kg-1.min-1 em bomba de infusão. Atracúrio (0,5 mg.kg-1) foi administrado para a intubação traqueal. A anestesia foi mantida com propofol em infusão alvo-controlada de 2,5 a 3 µg.ml-1 e oxigênio a 100%, e remifentanil em infusão contínua (0,3 µg.kg-1.min-1). Grupo 2 (G2) - Indução com sevoflurano na concentração de 6% e oxigênio a 100% com fluxo de 4 L.min-1 e remifentanil na dose de 0,3 µg.kg-1.min-1, em bomba de infusão. Após a perda da consciência, a concentração de sevoflurano foi reduzida para 2% com fluxo de oxigênio de 2 L.min-1; da mesma forma que o G1, foi administrado atracúrio na dose de 0,5 mg.kg-1. A infusão de remifentanil foi mantida durante toda a cirurgia na dose de 0,3 µg.kg-1.min-1. A média da freqüência cardíaca (FC), e das pressões arteriais sistólica (PAS), diastólica (PAD) e média (PAM) foram medidas nos seguintes momentos: M1, antes da indução anestésica; M2, 1 minuto antes da IOT; M3, 1 minuto após IOT; M4, 5 minutos após IOT; M5, 5 minutos após a incisão cirúrgica; M6 e M7,10 e 30 minutos, respectivamente, após o pneumoperitônio. Após o término do procedimento foram analisados os tempos, em minutos, para abertura ocular, ventilação espontânea, extubação, fala do nome completo e o apertar de mão do anestesiologista, sob comando. Também foram estudadas a freqüência do uso de atropina e efedrina e a ocorrência de náuseas, vômitos e dor. RESULTADOS: As alterações hemodinâmicas (PAS, PAD, PAM e FC) e o despertar dos pacientes não tiveram diferenças significativas entre os grupos. O uso de efedrina e atropina foram semelhantes. Entre as complicações somente os vômitos tiveram maior incidência no Grupo 2. CONCLUSÕES: Ambas as técnicas promoveram diminuição da pressão arterial e da freqüência cardíaca. A recuperação anestésica é semelhante para as duas técnicas. A incidência de vômitos é maior quando o remifentanil foi associado ao sevoflurano. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: Técnicas de anestesia venosa, inhalatoria o combinadas han sido utilizadas para colecistectomias por videolaparoscopia. El objetivo de este estudio fue comparar la utilización de remifentanil asociado al propofol o sevoflurano con relación a los parámetros hemodinámicos, la recuperación de la anestesia y a los efectos colaterales. MÉTODO: Fueron estudiados 40 pacientes, divididos en 2 grupos: Grupo 1 (G1) - Inducción con propofol en conc (mais) en:tración plasmática alvo-controlada de 3 µg.ml-1 y remifentanil en la dosis de 0,3 µg.kg-¹.min-¹ en bomba de infusión. Atracúrio (0,5 mg.kg-1) fue administrado para la intubación traqueal. La anestesia fue mantenida con propofol en infusión alvo-controlada de 2,5 a 3 µg.ml-1 y oxígeno a 100%, y remifentanil en infusión continua (0,3 µg.kg-1.min-1). Grupo 2 (G2) - Inducción con sevoflurano en la concentración de 6% y oxígeno a 100% con flujo de 4 L.min-1 y remifentanil en la dosis de 0,3 µg.kg-1.min-1, en bomba de infusión. Después de la perdida de la consciencia, la concentración de sevoflurano fue reducida para 2% con flujo de oxígeno de 2 L.min-1; de la misma forma que el G1, fue administrado atracúrio en la dosis de 0,5 mg.kg-1. La infusión de remifentanil fue mantenida durante toda la cirugía en la dosis de 0,3 µg.kg-1.min-1. La media de la frecuencia cardíaca (FC), y de las presiones arteriales sistólicas (PAS), diastólica (PAD) y media (PAM) fueron medidas en los siguientes momentos: M1, antes de la inducción anestésica; M2, 1 minuto antes de la IOT; M3, 1 minuto después IOT; M4, 5 minutos después IOT; M5, 5 minutos después de la incisión quirúrgica; M6 y M7,10 y 30 minutos, respectivamente, después el pneumoperitonio. Después del término del procedimiento fueron analizados los tiempos, en minutos, para abertura ocular, ventilación espontanea, extubación, hablar el nombre completo y el aprieto de la mano del anestesiologista, sobre comando. También fueron estudiada la frecuencia del uso de atropina y efedrina y la ocurrencia de náuseas, vómitos y dolor. RESULTADOS: Las alteraciones hemodinámicas (PAS, PAD, PAM y FC) y el despertar de los pacientes no tuvieron diferencias significativas entre los grupos. El uso de efedrina y atropina fueron semejantes. Entre las complicaciones solamente los vómitos tuvieron mayor incidencia en el Grupo 2. CONCLUSIONES: Ambas técnicas promovieron diminución de la presión arterial y de la frecuencia cardíaca. La recuperación anestésica es semejante para las dos técnicas. La incidencia de vómitos es mayor cuando el remifentanil fue asociado al sevoflurano. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Different intravenous, inhalational or combined anesthetic techniques have been used for videolaparoscopic cholecystectomy. This study aimed at comparing hemodynamic parameters, anesthetic recovery and side-effects of remifentanil associated to propofol or sevoflurane. METHODS: Participated in this study 40 patients, who were divided in two groups: Group 1 (G1) - induced with 3 µg.ml-1 propofol and a 0.3 µg.kg-1.min-1 remifentanil infusion. At (mais) racurium (0.5 mg.kg-1) was administered for tracheal intubation. Anesthesia was maintained with 2.5 to 3 µg.ml-1 propofol in target controlled infusion and 100% oxygen, and remifentanil by continuous infusion (0.3 µg.kg-1.min-1); Group 2 (G2) - induced with 6% sevoflurane and 100% oxygen at a 4 L.min-1 flow and a 0.3 µg.kg-1.min-1 remifentanil infusion. After loss of consciousness, sevoflurane concentration was decreased to 2% with a 2 L.min-1 oxygen flow. Similarly to G1, 0.5 mg.kg-1 atracurium was administered. A 0.3 µg.kg-1.min-1 remifentanil infusion was maintained throughout the surgery. Mean heart rate (HR) and systolic (SBP) and diastolic (DBP) blood pressure were measured in the following moments: M1, before anesthetic induction; M2, 1 minute before TI; M3, 1 minute after TI; M4, 5 minutes after TI; M5, 5 minutes after incision; M6 and M7, 10 and 30 minutes after pneumoperitoneum, respectively. After surgery, the time for eye opening, spontaneous ventilation, extubation, saying the complete name and anesthesiologist’s hand shaking under verbal command were measured in minutes: Atropine and ephedrine requirements, incidence of nausea, vomiting and pain were also evaluated. RESULTS: Hemodynamic changes (SBP, DBP, MBP and HR) and patients’ emergence time were not significantly different between groups. There were similar ephedrine and atropine requirements. Among complications only vomiting was higher incidence in group 2. CONCLUSIONS: Both techniques decrease blood pressure and heart rate. Anesthetic recovery was similar for both techniques. A higher incidence of vomiting was observed when remifentanil was associated to sevoflurane.

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Tratamento Farmacológico da Obesidade/ Pharmacological Treatment of Obesity

Mancini, Marcio C.; Halpern, Alfredo
2002-10-01

Resumo em português A informação apresentada nesta revisão oferece uma visão da terapêutica corrente, bem como de medicamentos que já foram extensamente utilizados e que não mais estão disponíveis ou não são considerados classicamente agentes anti-obesidade. Os autores realizam uma extensa revisão sobre os critérios de avaliação de eficácia de tratamentos anti-obesidade, sobre agentes farmacológicos derivados beta-fenetilamínicos (anfepramona, fenfluramina, dexfenfluramina, (mais) fentermina e sibutramina), derivados tricíclicos (mazindol), derivados fenilpropanolamínicos (efedrina, fenilpropanolamina), derivado oxitrifluorfenil da fenilpropanolamina (fluoxetina), derivado naftilamínico (sertralina) e derivado da lipstatina (orlistat). É apresentada uma análise de todos os estudos clínicos de mais de dez semanas de duração com medicamentos usados no tratamento da obesidade. Resumo em inglês This review presents information regarding both current therapy and pharmacological treatments commonly used in the past, but no longer available or not formally considered as anti-obesity agents. We extensively reviewed the criteria used by American and European agencies to evaluate efficacy and to approve anti-obesity drugs, and also comment on pharmacologic agent derivatives as: beta-phenetilamine (dietylpropion, fenfluramine, dexfenfluramine, phentermine and sibutrami (mais) ne), tricyclic (mazindol), phenylpropanolamine (ephedrine, phenylpropanolamine), oxi-trifluor-phenylpropanolamine (fluoxetine), naftilamine (sertraline) and lipstatine (orlistat). Also, an analysis of all clinical trials with drugs used for the treatment of obesity longer than ten weeks is presented.

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Analgesia pós-operatória para cesariana: a adição de clonidina à morfina subaracnóidea melhora a qualidade da analgesia?/ Postoperative analgesia for cesarean section: does the addiction of clonidine to subarachnoid morphine improve the quality of the analgesia?/ Analgesia postoperatória para cesárea: ¿la adición de clonidina a la morfina subaracnoidea mejora la calidad de la analgesia?

Neves, José Francisco Nunes Pereira das; Monteiro, Giovani Alves; Almeida, João Rosa de; Sant'Anna, Roberto Silva; Saldanha, Rodrigo Machado; Moraes, José Mariano Soares de; Nogueira, Emerson Salim; Coutinho, Fernando Lima; Neves, Mariana Moraes Pereira das; Araújo, Fernando Paiva; Nóbrega, Paula Brazilio
2006-08-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O mecanismo de ação analgésica a2-adrenérgico tem sido explorado há mais de 100 anos. A clonidina aumenta de maneira dose-dependente a duração dos bloqueios sensitivo e motor e tem propriedades antinociceptivas. O objetivo desse estudo foi avaliar se a adição de clonidina na dose de 15 e 30 µg à raquianestesia, para cesariana, com bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg) e morfina (100 µg), melhora a qualidade da analgesi (mais) a pós-operatória. MÉTODO: Foi realizado um estudo prospectivo e aleatório com 60 pacientes divididas em três grupos: BM - bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg) e morfina (100 µg), BM15 - bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg), morfina (100 µg) e clonidina (15 µg) e BM30 - bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg), morfina (100 µg) e clonidina (30 µg), administradas separadamente. No peri-operatório, foram anotados o consumo de efedrina e a avaliação do recém-nascido pelo índice de Apgar. No pós-operatório, a dor foi avaliada na 12ª h pela Escala Analógica Visual, o tempo para solicitação de analgésicos e efeitos colaterais pós-operatórios, como prurido, náuseas, vômitos, bradicardia, hipotensão arterial e sedação. Os valores foram considerados significativos quando p Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El mecanismo de acción analgésica alfa2-adrenérgico ha venido siendo investigado hace más de cien años. La clonidina aumenta de manera dosis-dependiente la duración de los bloqueos sensitivo y motor y tiene propiedades antinociceptivas. El objetivo de este estudio fue el de evaluar si la adición de clonidina en las dosis de 15 y 30 µg a raquianestesia, para cesárea, con bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg) y morfina (100 &mic (mais) ro;g), mejora la calidad de la analgesia postoperatória. MÉTODO: Se realizó un estudio prospectivo, aleatorio con 60 pacientes y divididos en 3 grupos: BM - bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg) y morfina (100 µg), BM15 - bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg), morfina (100 µg) y clonidina (15 µg) y BM30 - bupivacaína hiperbárica a 0,5% (12,5 mg), morfina (100 µg) y clonidina (30 µg), administradas separadamente. En el perioperatorio, fueron anotados el consumo de efedrina y la evaluación del recién nacido por el índice de Apgar. En el postoperatório, el dolor se evaluó en la 12ª hora por la Escala Analógica Visual, el tiempo para la solicitación de analgésicos y efectos colaterales postoperatórios, como comezón, náuseas, vómitos, bradicardia, hipotensión arterial y sedación. Los valores fueron considerados significativos cuando p Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: The mechanism of action of alpha2-adrenergic analgesia has been explored for more than one hundred years. The increased duration of the sensitive and motor blockades caused by clonidine is dose-dependent and has antinociceptive properties. The objective of this study was to evaluate whether the addition of 15 to 30 µg of clonidine to spinal anesthesia for cesarean sections with 0.5% hyperbaric bupivacaine (12.5 mg) and morphine (100 µg) improv (mais) es the quality of postoperative analgesia. METHODS: We realized a prospective, randomized study that included 60 patients divided in 3 groups: BM - 0.5% hyperbaric bupivacaine (12.5 mg) and morphine (100 µg), BM15 - 0.5% hyperbaric bupivacaine (12.5 mg), morphine (100 µg), and clonidine (15 mg), and BM30 - 0.5% hyperbaric bupivacaine (12.5 mg), morphine (100 µg), and clonidine (30 µg), administered separately. In the perioperative period the use of ephedrine and the newborn's Apgar score were recorded. In the postoperative period, the pain was evaluated in the 12th h by the VAS, the length of time it took the patient to ask for analgesics, and the postoperative side effects, such as pruritus, nausea, vomiting, bradycardia, hypotension, and sedation. The values were considered significant when p

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Estudo comparativo entre bupivacaína a 0,25% e ropivacaína a 0,2% em anestesia peridural para cirurgia torácica/ Comparison between 0.25% bupivacaine and 0.2% ropivacaine in epidural anesthesia for thoracic surgery/ Estudio comparativo entre bupivacaína a 0,25% y ropivacaína a 0,2% en anestesia peridural para cirugía de tórax

Novaes, Marcus Vinícius Martins; Francisco, Carlos Roberto Lopes; Pimenta, Karina Bernardi; Lavinas, Paulo Sérgio Gomes
2001-12-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A anestesia peridural associada à anestesia geral tem sido usada em várias especialidades cirúrgicas. Em cirurgia torácica seu uso é pouco discutido na literatura. Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos hemodinâmicos e ventilatórios da anestesia peridural torácica com bupivacaína a 0,25% e ropivacaína a 0,2% associada à anestesia geral em pacientes submetidos à toracotomia. MÉTODO: Participaram deste estudo prospectivo, c (mais) omparativo e aleatório quarenta pacientes divididos em dois grupos de vinte. Cada grupo recebeu um volume de 10 ml de anestésico local, por via peridural torácica. Grupo B (Bupivacaína 0,25%) e o Grupo R (Ropivacaína 0,2%). O bloqueio peridural foi realizado com os pacientes em decúbito lateral, punção paramediana e cateter para injeção dos fármacos A seguir todos os pacientes receberam anestesia geral com IOT. Foram analisados parâmetros hemodinâmicos e ventilatórios em 9 momentos. RESULTADOS: A pressão arterial sistólica foi menor no momento 5 e pressão arterial diastólica nos momentos 1 e 5, ambas no grupo B. A necessidade de efedrina para corrigir hipotensão arterial foi de 8/20 no grupo B, contra 6/20 no grupo R. A pressão de pico nas vias aéreas superiores foi sempre mais elevada no grupo R e os valores da CAM do isoflurano foram mais elevados nos momentos 5 e 6 também no Grupo R. CONCLUSÕES: A técnica combinada peridural torácica e anestesia geral mostrou-se eficaz e segura nos pacientes submetidos à toracotomia. Quando se utilizou bupivacaína, a diminuição da pressão arterial foi maior e a pressão máxima nas vias aéreas foi menor do que quando foi utilizada ropivacaína. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La anestesia peridural asociada a anestesia general ha sido usada en varias especialidades quirúrgicas. En cirugía torácica su uso es poco discutido en la literatura. Este estudio tuvo como objetivo evaluar los efectos hemodinámicos y ventilatorios de la anestesia peridural torácica con bupivacaína a 0,25% y ropivacaína a 0,2% asociada a anestesia general en pacientes sometidos a toracotomia. MÉTODO: Participaron de este estudio prospect (mais) ivo, comparativo y aleatorio, cuarenta pacientes divididos en dos grupos de veinte. Cada grupo recibió un volumen de 10 ml de anestésico local, por vía peridural torácica. Grupo B (Bupivacaína 0,25%) y el Grupo R (Ropivacaína 0,2%). El bloqueo peridural fue realizado con los pacientes en decúbito lateral, punción paramediana y catéter para inyección de los fármacos A seguir, todos los pacientes recibieron anestesia general con IOT. Fueron analizados parámetros hemodinámicos y ventilatorios en 9 momentos. RESULTADOS: La presión arterial sistólica fue menor en el momento 5 y la presión arterial diastólica en los momentos 1 y 5, ambas en el grupo B. La necesidad de efedrina para corregir hipotensión arterial fue de 8/20 en el grupo B, contra 6/20 en el grupo R. La presión de pico en las vías aéreas superiores fue siempre mas elevada en el grupo R y los valores de la CAM del isoflurano fueron mas elevados en los momentos 5 y 6 también en el Grupo R. CONCLUSIONES: La técnica combinada peridural torácica y anestesia general se mostró eficaz y segura en los pacientes sometidos a toracotomia. Cuando se utilizó bupivacaína, la diminución de la presión arterial fue mayor y la presión máxima en las vías aéreas fue menor de que cuando fue utilizada ropivacaína. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Combined general/epidural anesthesia has been used for several surgical procedures. Little has been published in the literature about its use in thoracic surgery. This study aimed to evaluate hemodynamic and ventilatory effects of combined general/epidural anesthesia with 0.25% bupivacaine and 0.2% ropivacaine in patients submitted to thoracotomy METHODS: Participated in this prospective, comparative and randomized study 40 patients divided in t (mais) wo groups of 20. Each group received 10 ml of epidural local anesthetics. Group B received 0.25% bupivacaine and Group R received 0.2% ropivacaine. Epidural anesthesia was induced with the patients in lateral position, using the paramedian approach and a catheter for drug injection. General anesthesia was then induced in all patients with tracheal intubation. Hemodynamic and ventilatory parameters were evaluated in 9 moments. RESULTS: In Group B, systolic blood pressure was lower at moment 5 and diastolic blood pressure was lower at moments 1 and 5. The need for ephedrine to correct hypotension was 8/20 in Group B as compared to 6/20 in Group R. Upper airway peak pressures and isoflurane MAC values were higher at moments 5 and 6 in Group R. CONCLUSIONS: The association of thoracic epidural anesthesia and general anesthesia was safe and efficient for patients submitted to thoracotomy. Bupivacaine has produced a higher decrease in blood pressure and lower peak airway pressures as compared to ropivacaine.

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Embolia amniótica durante parto normal sob analgesia: relato de caso/ Amniotic fluid embolism during vaginal delivery under analgesia: case report/ Embolia amniótica durante parto normal bajo analgesia: relato de caso

Meletti, José Fernando Amaral; Miranda, Reinaldo Vargas Bastos de
2008-08-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A embolia amniótica é rara, sendo quadro clínico de início súbito e elevada morbidade. O objetivo deste trabalho foi apresentar um caso de embolia amniótica em paciente primigesta, submetida à analgesia para parto normal. RELATO DO CASO: Gestante de 38 anos, bolsa rota e 5 cm de dilatação do colo uterino. Apresentava-se com muita dor, agitação, sudorese, taquissistolia e venóclise com Ringer com lactato associado a 5 UI de ocitocina (mais) em gotejamento lento, pressão arterial (PA) de 110 × 70 mmHg, freqüência cardíaca (FC) 115 bpm, em ritmo sinusal e SpO2 de 98%. Optou-se por técnica combinada, empregando-se 2,5 mg de bupivacaína pesada e 20 µg de fentanil no espaço subaracnóideo e cateter no espaço peridural. Após 20 minutos do início da analgesia a paciente referiu prurido súbito e intenso, apresentou agitação, vômito e palidez, FC 160 bpm, taquipnéia, SpO2 80% e PA inaudível. Administrou-se solução fisiológica a 0,9% (500 mL) associada à hidrocortisona, efedrina (50 mg) e oxigênio sob máscara facial com fluxo de 10 L.min-1. Nesse momento, a PA era 60 × 30 mmHg, a FC 150 bpm e a SpO2 92%. Como a PA tendia a diminuir, foi administrado um total de 7 mg de metaraminol, divididos em várias doses. Após o parto vaginal, a paciente foi encaminhada à UTI com PA 90 × 60 mmHg, FC 110 bpm e taquipnéia. Duas horas após apresentou sangramento e hipotensão arterial, sendo diagnosticado coagulação intravascular disseminada (CIVD), tratada com cristalóides, concentrado de hemácias e plasma fresco congelado. Alta da UTI no terceiro dia de pós-operatório. CONCLUSÕES: Em decorrência da dramaticidade, gravidade e instalação abrupta do quadro, a rapidez e objetividade de medidas para manter sinais vitais são fundamentais e decisivos para a sobrevida das gestantes. Alerta-se para a importância de monitoração durante a analgesia de parto. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La embolia amniótica es rara siendo un cuadro clínico de inicio súbito y de elevada morbidez. El objetivo de este trabajo fue presentar un caso de embolia amniótica en paciente primigesta, sometida a la analgesia para parto normal. RELATO DEL CASO: Embarazada de 38 años, bolsa rota y 5 cm de dilatación del cuello uterino. Se presentó con mucho dolor, agitación, sudoración, taquisistolia y venoclisis con Ringer con lactato asociado a 5 U (mais) I de ocitocina en goteo lento, presión arterial (PA) de 110 × 70 mmHg, frecuencia cardíaca (FC) 115 lpm, en ritmo sinusal y SpO2 de un 98%. Se optó por técnica combinada: empleando 2,5 mg de bupivacaína pesada y 20 µg de fentanil en el espacio subaracnoideo y catéter en el espacio epidural. Después de 20 minutos del inicio de la analgesia la paciente refirió prurito súbito e intenso, presentó agitación, vómito y palidez, FC 160 lpm, taquipnea, SpO2 80% y PA inaudible. Se administró una solución fisiológica a un 0,9% (500 mL) asociada a la hidrocortisona, efedrina (50 mg) y oxígeno bajo máscara facial con flujo de 10 L.min-1. En ese momento la PA era 60 × 30 mmHg, la FC 150 lpm y la SpO2 un 92%. Como la PA tendía a disminuir, se administró un total de 7 mg de metaraminol, divididos en varias dosis. Después del parto vaginal, la paciente se remitió a la UCI con PA 90 × 60 mmHg, FC 110 lpm y taquipnea. Dos horas después presentó sangramiento e hipotensión arterial, siendo diagnosticado coagulación intravascular diseminada (CIVD) y tratada con cristaloides, concentrado de glóbulos rojos y plasma fresco congelado. Alta de la UCI en el 3° PO. CONCLUSIONES: Debido al dramatismo, a la gravedad e instalación abrupta del cuadro, la rapidez y objetividad de las medidas para mantener las señales vitales son fundamentales y decisivas para la sobrevida de las embarazadas. Se avisa sobre la importancia de la monitorización durante la analgesia de parto. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Amniotic fluid embolism is a rare occurrence; it has a sudden onset and high morbidity. The objective of this report was to present a case of amniotic fluid embolism in a primipara undergoing analgesia for vaginal delivery. CASE REPORT: This is a 38-year old pregnant woman with amniotic sac ruptured, cervix with 5-cm dilation, complaining of severe pain; the patient was agitated, diaphoretic, and with tachysystoly. After venipuncture, Ringer's l (mais) actate with 5 IU of oxytocin was infused slowly, blood pressure (BP) 110 × 70 mmHg, heart rate (HR) 115 bpm with sinus rhythm, and SpO2 98%. It was decided to use a combined technique: 2.5 mg of heavy bupivacaine and 20 µg of fentanyl were administered in the subarachnoid space and a catheter was inserted into the epidural space. Twenty minutes after the institution of analgesia, the patient complained of sudden onset of severe pruritus, she was agitated, with nausea and vomiting, pale, HR 160 bpm, tachypneic, SpO2 80%, and BP could not be detected. Normal saline (500 mL) associated with hydrocortisone, ephedrine (50 mg), and oxygen with a face mask at 10 L.min-1 were administered. At that moment, she presented BP 60 × 30 mmHg, HR 150 bpm, and SpO2 92%. Since BP tended to decrease, a total of 7 mg of metaraminol were administered divided in several doses. After vaginal delivery, the patient was transferred to the ICU with BP 90 × 60 mmHg, HR 110, and tachypnea. Two hours later, she developed bleeding and hypotension; disseminated intravascular coagulation (DIC) was diagnosed and the patient treated with crystalloid solutions, packed red blood cells and fresh frozen plasma. She was discharged from the ICU in the 3rd postoperative day (PO). CONCLUSIONS: Due to the dramatic presentation, severity, and fast installation of the symptoms, the speed and objectivity of the measures instituted to maintain vital signs are fundamental and decisive for survival of pregnant patients. We alert for the importance of monitoring during labor analgesia.

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Raquianestesia para cesariana com bupivacaína a 0,5% isobárica associada ao fentanil e morfina: estudo prospectivo com diferentes volumes/ Spinal anesthesia for cesarean section with 0.5% isobaric bupivacaine plus fentanyl and morphine: prospective study with different volumes/ Raquianestesia para cesariana con bupivacaína a 0,5% isobárica asociada al fentanil y morfina: estudio prospectivo con diferentes volúmenes

Imbelloni, Luiz Eduardo; Vieira, Eneida Maria; Rocha, Ana; Gouveia, Marildo Assunção; Cordeiro, José Antônio
2003-06-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A raquianestesia para cesariana foi descrita poucos anos após o primeiro relato de Bier em 1898 e nos últimos 5 anos ela se tornou método de escolha em nosso hospital. O objetivo deste estudo prospectivo em cesariana é avaliar o uso da bupivacaína a 0,5% isobárica, administrada com as parturientes em decúbito lateral, após injeção de fentanil e morfina, e correlacionar com a incidência de complicações hemodinâmicas e dispersão cef (mais) álica com diferentes volumes. MÉTODO: Cem pacientes submetidas à raquianestesia para cesariana eletiva foram aleatoriamente separadas em três grupos que receberam: 4 ml (20 mg), 3 ml (15 mg) e 2,5 ml (12,5 mg) de bupivacaína a 0,5% isobárica acrescida de 25 µg de fentanil e 50 µg de morfina injetadas antes do anestésico. Foram avaliados e comparados os seguintes parâmetros: latência da analgesia, bloqueio motor, dispersão cefálica da analgesia, alterações cardiovasculares e incidência de náuseas e vômitos. RESULTADOS: Os três volumes de bupivacaína a 0,5% isobárica produziram efeitos comparáveis. O tempo de latência foi maior com a menor dose. Não foram observadas diferenças na dispersão cefálica, no número de pacientes que tiveram níveis cervicais, nas alterações cardiovasculares e na incidência de cefaléia pós-punção. O nível máximo da analgesia foi T4 (amplitude: T3-T6) com 4 ml, T4 (amplitude: T4-T11) com 3 ml e T4 (amplitude: T4-T8) com 2,5 ml. Nenhuma paciente necessitou de efedrina para tratar hipotensão arterial. O bloqueio motor não foi completo em todas as pacientes. Uma paciente desenvolveu cefaléia pós-punção. CONCLUSÕES: O resultado deste estudo confirma que a bupivacaína a 0,5% isobárica injetada após administração, em seringas separadas de fentanil e morfina, e em decúbito lateral nos volumes de 2,5, 3 e 4 ml proporciona uma rápida e efetiva anestesia para cesariana. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La raquianestesia para cesariana fue descrita pocos años después del primer relato de Bier en 1898 y en los últimos 5 años ella se volvió método de elección en nuestro hospital. El objetivo de este estudio prospectivo en cesariana es evaluar el uso de la bupivacaína a 0,5% isobárica administrada con las parturientas en decúbito lateral, después de inyección de fentanil y morfina, y correlacionar con la incidencia de complicaciones he (mais) modinámicas y dispersión cefálica con diferentes volúmenes. MÉTODO: Cien pacientes sometidas a raquianestesia para cesariana electiva fueron aleatoriamente separadas en tres grupos que recibieron: 4 ml (20 mg), 3 ml (15 mg) y 2,5 ml (12,5 mg) de bupivacaína a 0,5% isobárica añadida de 25 µg de fentanil y 50 µg de morfina inyectados antes del anestésico. Fueron evaluados y comparados los siguientes parámetros: latencia de la analgesia, bloqueo motor, dispersión cefálica de la analgesia, alteraciones cardiovasculares e incidencia de náuseas y vómitos. RESULTADOS: Los tres volúmenes de bupivacaína a 0,5% isobárica produjeron efectos comparables. El tiempo de latencia fue mayor con la menor dosis. No fueron observadas diferencias en la dispersión cefálica, en el número de pacientes que tuvieron niveles cervicales, en las alteraciones cardiovasculares y en la incidencia de cefalea pós-punción. El nivel máximo de la analgesia fue T4 (amplitud: T3-T6) con 4 ml, T4 (amplitud: T4-T11) con 3 ml y T4 (amplitud: T4-T8) con 2,5 ml. Ninguna paciente necesitó de efedrina para tratar hipotensión arterial. EL bloqueo motor no fue completo en todas las pacientes. Una paciente desenvolvió cefalea pós-punción. CONCLUSIONES: El resultado de este estudio confirma que la bupivacaína a 0,5% isobárica inyectada después de administración en jeringas separadas de fentanil y morfina y en decúbito lateral en los volúmenes de 2,5, 3 y 4 ml proporciona una rápida y efectiva anestesia para cesariana. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Spinal block for cesarean section was described few years after the first report of spinal anesthesia by Bier in 1899. It was not until the last 5 years that spinal anesthesia has become the most frequent anesthetic method for cesarean section at our hospital. This prospective study aimed at evaluating 0.5% spinal isobaric bupivacaine for cesarean section, injected after fentanyl and morphine, in the lateral position, and at correlating the inci (mais) dence of hemodynamic changes and cephalad spread with different volumes. METHODS: Participated in this study 100 patients undergoing spinal anesthesia for elective cesarean delivery who were randomly allocated into three groups to receive: 4 ml (20 mg), 3 ml (15 mg) or 2.5 ml (12.5 mg) of 0.5% isobaric bupivacaine after 25 µg fentanyl plus 50 µg morphine. The following parameters were evaluated and compared: analgesia and motor block onset, cephalad spread of analgesia, cardiovascular changes and the incidence of nausea and vomiting. RESULTS: The three volumes of 0.5% isobaric bupivacaine produced comparable effects. Onset was longer for the lowest dose. There were no differences in cephalad spread, number of patients with high cervical levels, cardiovascular changes and post dural puncture headache. Maximum analgesic level was T4 (range: T3-T6) with 4 ml, T4 (range: T4-T11) with 3 ml and T4 (range: T4-T8) with 2.5 ml. No patient required ephedrine to treat arterial hypotension. Motor block was incomplete for all patients. One patient developed post dural puncture headache. CONCLUSIONS: Results of this study confirm that 0.5% isobaric bupivacaine, following fentanyl and morphine injected with separate syringes and in the lateral position, in doses of 2.5, 3 and 4 ml provides a fast and effective anesthesia for cesarean section.

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Anestesia para tratamento intraparto extra-útero em feto com diagnóstico pré-natal de higroma na região cervical: relato de caso/ Anesthesia for ex utero intrapartum treatment of fetus with prenatal diagnosis of cervical hygroma: case report/ Anestesia para tratamiento intraparto extraútero en feto con diagnóstico prenatal de higroma en la región cervical: relato de caso

Braga, Angélica de Fátima de Assunção; Frias, José Aristeu F.; Braga, Franklin S. da Silva; Rousselet, Monique Sampaio; Barini, Ricardo; Sbragia, Lourenço; Guarize, Juliana; Gil, Larissa C.C.
2006-06-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento intraparto extra-útero (EXIT) constitui procedimento realizado durante a cesariana, com preservação da circulação feto-placentária, que permite manuseio seguro da via aérea do feto, com risco de obstrução das vias aéreas. O objetivo deste relato foi apresentar um caso de anestesia para EXIT, em feto com higroma cístico na região cervical. RELATO DO CASO: Paciente com 22 anos, 37 semanas de idade gestacional, sem antecede (mais) ntes anestésicos, estado físico ASA I, submetida ao EXIT para manuseio de via aérea e intubação traqueal em feto com risco para obstrução de vias aéreas. O procedimento foi realizado sob anestesia geral associada a peridural contínua; no pré-operatório foram utilizados metoclopramida (10 mg) e ranitidina (50 mg), por via venosa. No espaço peridural administrou-se bupivacaína a 0,25% com adrenalina (30 mg) associada a fentanil (100 µg), seguida de passagem de cateter cefálico, para analgesia pós-operatória. O útero foi deslocado para a esquerda. A indução anestésica foi feita em seqüência rápida, com fentanil, propofol e rocurônio e a manutenção com isoflurano 2,5% a 3%, em O2 e N2O (50%). Após histerotomia, procedeu-se à liberação parcial do feto, assegurando-se a circulação útero-placentária, seguindo-se as manobras de laringoscopia e intubação traqueal fetal. A seguir, foi realizada liberação total do feto, com pinçamento de cordão umbilical, administração de ocitocina (20 UI) em infusão venosa contínua seguida de metil-ergonovina (0,2 mg) por via venosa. Durante o procedimento, a pressão arterial sistólica materna foi mantida acima de 100 mmHg, com efedrina em bolus (5 mg) e cristalóide (3.000 mL). A concentração do isoflurano foi diminuída gradativamente durante o fechamento uterino. Ao final da intervenção cirúrgica o bloqueio neuromuscular foi revertido e injetou-se morfina (2 mg) pelo cateter peridural para analgesia pós-operatória. CONCLUSÕES: As principais recomendações para a realização do EXIT são segurança materno-fetal, relaxamento uterino para manutenção do seu volume, da circulação útero-placentária e imobilidade fetal para facilitar o manuseio das vias aéreas. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: El tratamiento intraparto extraútero (EXIT) constituye un procedimiento realizado durante la cesária, con preservación de la circulación feto-placentaria, que permite el manejo seguro de la vía aérea del feto, con riesgo de obstrucción de las vías aéreas. El objetivo de este relato fue el de presentar un caso de anestesia para EXIT, en feto con higroma cístico en la región cervical. RELATO DEL CASO: Paciente con 22 años, 37 semanas d (mais) e gestación, sin antecedentes anestésicos, estado físico ASA I, sometida a EXIT para manejo de vía aérea e intubación traqueal en feto con riesgo para obstrucción de vías aéreas. El procedimiento se realizó bajo anestesia general asociada a peridural continua. En el preoperatorio fueron utilizados metoclopramida (10 mg) y ranitidina (50 mg), por vía venosa. En el espacio peridural se administró bupivacaína a 0,25% con adrenalina (30 mg) asociada a fentanil (100 µg), seguida de la introducción de catéter cefálico, para analgesia postoperatoria. El útero fue desplazado para la izquierda. La inducción anestésica se hizo en secuencia rápida, con fentanil, propofol y rocuronio y el mantenimiento con isoflurano en 2,5% a 3%, en O2 y N2O (50%). Después de la histerotomía, se procedió a la liberación parcial del feto, asegurando la circulación útero placentaria, siguiendo las maniobras de laringoscopia e intubación traqueal fetal. A continuación se realizó la liberación total del feto, con pinzamiento del cordón umbilical, administración de ocitocina (20 UI) en infusión venosa continua seguida de metil-ergonovina (0,2 mg) por vía venosa. Durante el procedimiento, la presión arterial sistólica materna se mantuvo por encima de 100 mmHg, con efedrina en bolus (5 mg) y cristaloide (3000 mL). La concentración del isoflurano disminuyó gradualmente durante el cierre uterino. Al final de la intervención quirúrgica el bloqueo neuromuscular fue revertido y se inyectó morfina (2 mg) por el catéter peridural para analgesia posoperatoria. CONCLUSIONES: Las principales recomendaciones para la realización del EXIT son seguridad materno-fetal, relajamiento uterino para el mantenimiento del volumen uterino y de la circulación útero placentaria y el no movimiento fetal para facilitar el manejo de las vías aéreas. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Ex utero intrapartum treatment (EXIT) is a procedure performed during Cesarean section with preservation of fetal-placental circulation, which allows the safe handling of fetal airways with risk of airways obstruction. This report aimed at describing a case of anesthesia for EXIT in a fetus with cervical cystic hygroma. CASE REPORT: Female patient, 22 years old, 37 weeks gestation without anesthetic background, physical status ASA I, submitted t (mais) o EXIT for airway handling and tracheal intubation of fetus at risk for airway obstruction. Procedure was performed under general anesthesia associated to continuous epidural anesthesia. Patient was premedicated with intravenous metoclopramide (10 mg) and ranitidine (50 mg). Epidural 0.25% bupivacaine with epinephrine (30 mg) associated to fentanyl (100 mg) was administered, followed by cephalic catheter for postoperative analgesia. Uterus was displaced to the left. Anesthesia was induced in rapid sequence with fentanyl, propofol and rocuronium and was maintained with isoflurane in 2.5 at 3% in O2 and N2O (50%). After hysterotomy, fetus was partially released assuring uterus-placental circulation, followed by fetal laryngoscopy and tracheal intubation. Then fetus was totally released with umbilical cord clamping, administration of oxytocin (20 UI) in continuous infusion, followed by intravenous methyl-ergonovine (0.2 mg). Maternal systolic pressure was maintained above 100 mmHg during the procedure with bolus ephedrine (5 mg) and crystalloids (3000 mL). Isoflurane concentration was gradually decreased during uterine closure. At surgery completion neuromuscular block was reversed and morphine (2 mg) was injected through the epidural catheter for postoperative analgesia. CONCLUSIONS: Major recommendations for EXIT are maternal-fetal safety, uterine relaxation to maintain uterine volume and uterus-placental circulation, and fetal immobility to help airway handling.

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Anestesia para correção intra-útero de mielomeningocele: relato de caso/ Anesthesia for intrauterine myelomeningocele correction: case report/ Anestesia para corrección intra-útero de mielomeningocele: relato de caso

Braga, Angélica de Fátima de Assunção; Rousselet, Monique Sampaio; Zambelli, Helder; Sbragia, Lourenço; Barini, Ricardo
2005-06-01

Resumo em português JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A cirurgia fetal constitui tratamento de malformações no período pré-natal, que não são adequadamente corrigidas após o nascimento e tem como objetivo tratar ou evitar a progressão das anomalias. O objetivo deste relato é apresentar um caso de anestesia para correção intra-útero de mielomeningocele. RELATO DO CASO: Paciente com 19 anos, 23 semanas de idade gestacional, sem antecedentes anestésicos, estado físico ASA I, submetida à (mais) cirurgia fetal intra-uterina, sob anestesia geral associada à peridural contínua. No pré-operatório utilizaram-se indometacina (50 mg por via retal), metoclopramida (10 mg por via venosa), cimetidina (50 mg por via venosa), e como medicação pré-anestésica midazolam (2 mg por via venosa). No espaço peridural injetou-se bupivacaína a 0,25% com adrenalina (25 mg) associada à fentanil (100 µg), seguida de passagem de cateter cefálico, para analgesia pós-operatória. O útero foi mantido deslocado para esquerda com auxílio da cunha de Crawford. Indução anestésica em seqüência rápida, com fentanil, propofol e rocurônio e manutenção com isoflurano em concentração de 2,5% a 3% veiculado em O2 e N2O (50%). Após histerotomia, realizada com staplin (grampeadores) para promover hemostasia, a região fetal a ser operada foi exposta e a analgesia e imobilidade fetal, foram obtidas com a associação fentanil (10 µg.kg-1) e pancurônio (0,1 mg.kg-1) administrada na região glútea fetal. A pressão arterial sistólica materna foi mantida acima de 100 mmHg, com efedrina em bolus (5 mg), colóides e cristalóides. O líquido amniótico perdido foi substituído por solução fisiológica aquecida. Após correção do defeito fetal, procedeu-se ao fechamento uterino e da membrana amniótica em dois planos, com fio de vicryl e cola de fibrina. Seguiu-se a diminuição gradativa da concentração do isoflurano, e para a manutenção do relaxamento uterino utilizou-se sulfato de magnésio (4 g/20minutos), seguido de infusão contínua (2 g/hora). Ao final da cirurgia injetou-se morfina (2 mg) pelo cateter peridural para analgesia pós-operatória. CONCLUSÕES: A anestesia para cirurgia fetal envolve dois seres, mãe e feto, e o manuseio anestésico exige segurança materno-fetal, anestesia e imobilidade fetal, relaxamento uterino, prevenção do trabalho de parto prematuro e analgesia pós-operatória. Resumo em espanhol JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La cirugía fetal constituye tratamiento de malformaciones en el período prenatal, que no son adecuadamente corregidas después del nacimiento y tiene como objetivo tratar o evitar la progresión de las anomalías. El objetivo de este relato es presentar un caso de anestesia para corrección intra-útero de mielomeningocele. RELATO DEL CASO: Paciente con 19 años, 23 semanas de edad gestacional, sin antecedentes anestésicos, estado físico ASA (mais) I, sometida a cirugía fetal intrauterina, bajo anestesia general asociada a la peridural continuada. En el pre-operatorio se utilizaron indometacina (50 mg por vía rectal), metoclopramida (10 mg por vía venosa), cimetidina (50 mg por vía venosa), y como medicación pre-anestésica midazolam (2 mg por vía venosa). En el espacio peridural se inyectó bupivacaína a 0,25% con adrenalina (25 mg) asociada al fentanil (100 µg), seguida del pasaje de catéter cefálico, para analgesia postoperatoria. El útero fue mantenido dislocado para la izquierda con auxilio de la cuña de Crawford. Inducción anestésica en secuencia rápida, con fentanil, propofol y rocuronio y mantenimiento con isoflurano en concentración del 2,5% a 3% vehiculado en O2 y N2O (50%). Después de la histerotomía, realizada con staplin (grapadoras) para promover hemostasia, la región fetal a ser operada fue expuesta y la analgesia e inmovilidad fetal, fue lograda con la asociación fentanil (10 µg.kg-1) y pancuronio (0,1 mg.kg-1) administrada en la región glútea fetal. La presión arterial sistólica materna fue mantenida arriba de 100 mmHg, con efedrina en bolus (5 mg), coloides y cristalóides. El líquido amniótico perdido fue sustituido por solución fisiológica entibiada. Después de la corrección del defecto fetal, se procedió al encerramiento uterino y de la membrana amniótica en dos planos, con hilo de vicryl y cola de fibrina. Se siguió la disminución gradativa de la concentración del isoflurano, y para el mantenimiento del relajamiento uterino se utilizó sulfato de magnesio (4 g/20minutos), seguido de infusión continuada (2 g/hora). Al final de la cirugía se inyectó morfina (2 mg) por el catéter peridural para la analgesia postoperatoria. CONCLUSIONES: La anestesia para cirugía fetal envuelve dos seres, madre y feto, y el manoseo anestésico requiere: seguridad materno-fetal, anestesia e inmovilidad fetal, relajamiento uterino, prevención del trabajo de alumbramiento prematuro y analgesia postoperatoria. Resumo em inglês BACKGROUND AND OBJECTIVES: Fetal surgery is the treatment of choices for prenatal malformations that are not adequately corrected after birth and aims at treating or preventing the progression of the abnormalities. This report describes a case of anesthesia for intrauterine correction of a myelomeningocele. CASE REPORT: Pregnant patient, 19 years old, 23 weeks of gestational age, without previous anesthetic history, physical status ASA I, submitted to intrauterine fetal s (mais) urgery under general anesthesia associated to continuous epidural continuous anesthesia. The patient was premedicated with rectal indomethacin (50 mg), intravenous metoclopramide (10 mg) and cimetidine (50 mg), in addition to intravenous midazolam (2 mg). The patient received 0.25% bupivacaine with epinephrine (25 mg) associated to fentanyl (100 µg) epidurally, followed by cephalic catheter insertion for postoperative analgesia. The uterus was left-displace with a Crawford's wedge. Rapid sequence anesthesia was induced with fentanyl, propofol and rocuronium, and was maintained with 2.5% - 3% isoflurane in O2 and N2O. After stapling hysterectomy to promote homeostasis, fetal operative site was exposed and fetal analgesia and immobility was obtained with the association of fentanyl (10 µg.kg-1) and pancuronium (0.1 mg.kg-1) administered on fetal gluteus muscle. Maternal systolic blood pressure was maintained above 100 mmHg with bolus ephedrine (5 mg), colloids and crystalloids. Lost amniotic fluid was replaced with warm saline. After correction of the fetal defect, both uterus and amniotic membrane were closed in two planes with vicryl suture and fibrin glue. Afterwards, isoflurane concentration was gradually decreased and bolus magnesium sulfate (4 g/20 minutes) followed by continuous infusion was administered to maintain uterine relaxation (2 g/hour). Morphine (2 mg) was administered via epidural catheter at the end of surgery for postoperative analgesia. CONCLUSIONS: Anesthesia for fetal surgery involves two individuals the mother and the fetus, an anesthetic management requires: maternal-fetal safety, fetal anesthesia and immobility, uterine relaxation, prevention of premature labor and postoperative analgesia.

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