Sample records for dna replication
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Pesquisa do vírus herpes simples na saliva de pacientes com paralisia facial periférica de Bell/ Herpes simplex virus in the saliva of peripheral Bell’s palsy patients

Lazarini, Paulo Roberto; Vianna, Melissa Ferreira; Alcantara, Mônica Porto Alves; Scalia, Rodolfo Alexander; Caiaffa Filho, Hélio Hehl
2006-02-01

Resumo em português Os primeiros herpes-vírus a serem descritos foram os tipos 1 e 2, cuja denominação é herpes simplex 1 e 2 ou HSV-1 e HSV-2. Estes vírus possuem características biológicas particulares, tais como a capacidade de causar diferentes tipos de doenças, assim como estabelecer infecções latentes ou persistentes por toda a vida dos hospedeiros e de serem reativados causando lesões que podem se localizar no sítio da infecção primária inicial ou próxima a ele. Postul (mais) a-se que a reativação deste vírus no gânglio geniculado esteja relacionada com a paralisia de Bell. Nesta situação, os vírus, que estariam latentes neste gânglio, sofreriam reativação e replicação difundindo-se pelo nervo facial e seus ramos, dentre eles o nervo corda do tímpano, que ao estimular a secreção salivar possibilitaria a identificação do DNA viral na saliva dos pacientes. Até recentemente, um grande número de pacientes eram diagnosticados como portadores de uma forma desta paralisia, chamada de idiopática ou de paralisia de Bell. Com o advento da técnica de estudo do DNA viral pelo método da reação da polimerase em cadeia (PCR), diversos autores encontraram DNA do vírus herpes simplex tipo I no líquido cefalorraquidiano, na secreção lacrimal, na saliva e nos gânglios geniculados de pacientes com paralisia de Bell. OBJETIVO: observar a prevalência do vírus herpes simplex tipo I pela técnica de PCR, na saliva de pacientes com PFP de Bell, relacionando-a com a evolução clínica destes casos. METODOLOGIA: Avaliamos 38 pacientes portadores de Paralisia Facial Periférica de Bell, que foram submetidos a anamnese, exame médico geral e otorrinolaringológico e coleta de saliva para detecção do DNA viral pela técnica de PCR. O grupo controle correspondeu a 10 adultos normais. RESULTADOS: Obtivemos positividade para o DNA viral em 11 casos dos 38 avaliados, o que corresponde a 29% da amostra. Este resultado foi estatisticamente significante se comparado ao grupo controle, no qual não foi obtido nenhum caso de positividade. CONCLUSÃO: Concluiu-se que a presença do HSV-1 na saliva de pacientes portadores de PFP de Bell indica que a reativação viral pode ser a etiologia desta doença. A detecção do vírus na saliva destes pacientes não influencia o prognóstico da doença. Resumo em inglês The first herpes virus to be described was types 1 and 2, whose denomination is herpes simplex 1 and 2 or HSV -1 and HSV -2. These viruses have specific biological characteristics, such as the ability to cause different kinds of diseases, as well as to establish host’s latent or persistent lifetime infections and also of being reactivated, causing lesions that can be located at the same site of the initial primary infection or close to it. It is suggested that this virus (mais) reactivation in the geniculate ganglion may be related to Bell’s palsy. In this situation, the viruses that would be latent in this ganglion, would suffer reactivation and replication, then be diffused through the facial nerve and its branches, among them the chorda tympani nerve, which by stimulating salivary secretion would enable the identification of the viral DNA in the patients’ saliva. Until recently, a great number of patients was diagnosed as holders of this kind of paralysis, named idiopathic or Bell’s palsy. With the introduction of the technique studying the viral DNA by Polymerase Chain Reaction (PCR), several authors have found herpes simplex virus type I DNA in the cerebrospinal fluid, in the lachrymal secretion, in the saliva and in the geniculate ganglia of patients with Bell’s palsy. AIM: observe the occurrence of herpes simplex type I virus using PCR technique in the saliva of patients with Bell’s palsy and relating it to the clinical evolution of these cases. METHODOLOGY: We evaluated 38 patients with Bell’s palsy submitted to anamnesis, clinical and ENT examination and saliva sampling for viral DNA detection by PCR technique. The control group was ten normal adults. RESULTS: We found positive viral DNA in 11 cases out of the 38, which corresponded to 29% of the sample. This result was statistically significant if compared to the control group, in which we did not find any positive case. CONCLUSION: The end result was that the presence of HSV -1 in the saliva of patients with Bell’s palsy indicating that the viral reactivation can be the etiology of this disease. The detection of the virus in these patients’ saliva does not influence the disease prognosis.

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Mitomicina C e "Excimer laser"/ Mitomycin C and Excimer Laser

Wallau, Anelise Dutra; Leoratti, Maria Cristina Ventura; Campos, Mauro
2005-12-01

Resumo em português A mitomicina C é um antimetabólito que atua em nível celular bloqueando a replicação de DNA e RNA e inibindo a síntese protéica. Utilizada em diversas áreas da oftalmologia, recentemente vem sendo empregada como moduladora da resposta cicatricial corneana em cirurgias ópticas/refrativas por "excimer laser". A aplicação única de mitomicina C associada à cirurgia fotoablativa de superfície corneana tem se mostrado opção segura e eficiente para fins terapêut (mais) icos em olhos com opacidade corneana pré-existente e/ou profiláticos em olhos com alto risco de desenvolvimento de opacificação corneana pós-operatória. O uso da droga em cirurgia fotoablativa deve ser cauteloso até que seguimento de longo prazo avalie sua inocuidade tardia. O presente texto faz revisão dos principais estudos sobre modulação da resposta cicatricial corneana com uso de mitomicina C em cirurgias ópticas/refrativas de superfície. Resumo em inglês Mitomycin C is an antimetabolite agent that blocks DNA and RNA replication and protein synthesis. It has been used in several ophthalmologic areas, and recently as a modulator of corneal wound healing in excimer laser surgeries. A single application of mitomycin C during surface corneal photoablative surgery seems a safe and efficient therapeutic option for eyes with corneal opacity and/or as prophylaxis in eyes with high risk for corneal opacity development. The use of t (mais) his drug in photoablative surgery should be cautious until long-term safety results have been reported. The present text presents a review about corneal wound healing with the use of mitomycin C.

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Carga proviral do HTLV-1 e HTLV-2: um método simples através da PCR quantitativa em tempo real/ HTLV-1 and HTLV-2 proviral load: a simple method using quantitative real-time PCR

Tamegão-Lopes, Bruna Pedroso; Rezende, Priscila Rocha; Maradei-Pereira, Luciana Maria Cunha; Lemos, José Alexandre Rodrigues de
2006-12-01

Resumo em português Os vírus linfotrópicos de células T humanas, quando integrados ao genoma da célula hospedeira, provírus, têm como marcador de replicação seu DNA proviral. A carga proviral parece ser um importante fator no desenvolvimento de patologias associadas a estes retrovírus. Neste estudo foi desenvolvida uma metodologia para quantificação absoluta da carga proviral dos HTLV-1 e HTLV-2 através da PCR em tempo real. Cinqüenta e três amostras de doadores de sangue com t (mais) este de ELISA reagente foram submetidas à metodologia, que utilizou o sistema TaqMan® para três seqüências alvo: HTLV-1, HTLV-2 e albumina. A quantificação proviral absoluta foi determinada através da proporção relativa entre o genoma do HTLV e o genoma da célula hospedeira, levando em consideração o número de leucócitos. O método apresentado é sensível (215 cópias/mL), prático e simples para quantificação proviral, além de eficiente e adequado para confirmação e discriminação da infecção pelos tipos virais. Resumo em inglês When the human T cell lymphotropic virus (HTLV) is integrated with the host cell genome (provirus), its proviral DNA is a replication marker. Proviral load appears to be an important factor in the development of diseases related to these retroviruses. In this study, a methodology for absolute quantification of the HTLV-1 and HTLV-2 proviral load using real-time PCR was developed. Fifty-three blood donor samples with positive ELISA test result were subjected to this method (mais) ology, which utilized the TaqMan® system for three target sequences: HTLV-1, HTLV-2 and albumin. The absolute proviral load was quantified using the relative ratio between the HTLV genome and the host cell genome, taking into consideration the white blood cell count. The method presented is sensitive (215 copies/ml), practical and simple for proviral quantification, and is efficient and appropriate for confirming and discriminating infections according to viral type.

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Meningoencefalite por herpesvírus bovino-5/ Meningoencephalitis by bovine herpesvirus-5

Rissi, Daniel R.; Rech, Raquel R.; Flores, Eduardo F.; Kommers, Glaucia D.; Barros, Claudio S.L.
2007-07-01

Resumo em português A meningoencefalite por herpesvírus bovino-5 (BoHV-5) é uma doença infecto-contagiosa, aguda ou subaguda, geralmente fatal e que afeta principalmente bovinos jovens submetidos a situações de estresse. A doença tem sido freqüentemente diagnosticada em várias regiões do Brasil e em outras partes do mundo. BoHV-5 é um vírus da família Herpesviridae e subfamília Alphaherpesvirinae e possui como genoma uma molécula de DNA fita dupla. Esses vírus são caracteriza (mais) dos por rápida replicação em cultivo, que resulta em lise das células infectadas, e afetam várias espécies de hospedeiros, estabelecendo latência principalmente em neurônios de gânglios sensoriais. A transmissão de BoHV-5 ocorre principalmente por contato direto ou indireto entre bovinos. Após a replicação primária nas mucosas oral, nasal, ocular e orofaríngea, o vírus invade as terminações nervosas e é transportado até os neurônios de gânglios sensoriais, onde replica ativamente e estabelece latência. A invasão viral do encéfalo pode resultar em replicação viral massiva e produção de doença neurológica. A maioria dos bovinos que desenvolvem doença neurológica morre em decorrência de meningo-encefalite, porém alguns podem desenvolver infecção subclínica e, após recuperação, permanecerem portadores da infecção latente. A disseminação viral nos rebanhos é facilitada em situações de grande concentração de animais, introdução de bovinos e desmame de lotes de bezerros em idade que coincide com o decréscimo da imunidade passiva. Certas condições, naturais ou induzidas, podem reativar o vírus do estado latente e propiciar condições para sua transmissão e disseminação a outros indivíduos. A doença pode ocorrer na forma de surtos ou em casos isolados, com coeficientes de morbidade que podem variar de 0,05%-5%; a letalidade é quase sempre de 100%. Os sinais clínicos incluem depressão, descarga nasal e ocular, ranger de dentes, andar em círculos, cegueira, febre, movimentos de pedalagem, disfagia, dor abdominal, nistagmo, tremores, sialorréia, incoordenação, opistótono, pressão da cabeça contra objetos, quedas e convulsões. A evolução do quadro clínico pode variar de 1 a 15 dias. Achados de necropsia podem estar ausentes, mas normalmente se observa tumefação das porções rostrais do córtex telencefálico e achatamento das circunvoluções, com segmentos amarelados e amolecidos (malacia). Com a evolução da doença, essas áreas se tornam gelatinosas e acinzentadas, e em casos avançados ocorre o desaparecimento segmentar do córtex telencefálico frontal (lesão residual). Em muitos casos podem ser observados focos de malacia na substância cinzenta dos núcleos basais e do tálamo. Histologicamente observa-se meningoencefalite não-supurativa necrosante, principalmente no córtex telencefálico frontal, associada a inclusões intranucleares eosinofílicas em astrócitos e neurônios, embora a freqüência dessas inclusões seja irregular. O diagnóstico de meningoencefalite por BoHV-5 deve ser feito com base nos achados epidemiológicos, clínicos, de necropsia e histopatológicos, associados com o isolamento do vírus em cultivo celular células ou com detecção de antígenos virais em seções do encéfalo ou em células descamadas presentes nas secreções nasais. A identificação e caracterização de BoHV-5 pode ser realizada por meio de testes com anticorpos mono-clonais, reação em cadeia de polimerase (PCR) e por análise de restrição genômica. Não há tratamento específico para a meningoencefalite por BoHV-5. Como o BoHV-1 e o BoHV-5 são antigenicamente muito semelhantes, recomenda-se a vacinação com vacinas para BoHV-1 como forma de reduzir as perdas causadas por BoHV-5, principalmente durante surtos de doença neurológica. Adicionalmente, outras medidas podem ser adotadas para prevenir ou reduzir os prejuízos ocasionados pela enfermidade, como testar sorologicamente os bovinos a serem introduzidos nos rebanhos, minimizar situações de estresse, sobretudo no desmame, e isolamento dos bovinos afetados. Resumo em inglês Meningoencephalitis caused by bovine herpesvirus-5 (BoHV-5) is an often fatal, acute or subacute infectious disease that affects mainly young cattle under stressing conditions. The disease has been recognized in several Brazilian regions and in other parts of the world. BoHV-5 is a double stranded DNA virus member of the Herpesviridae family and subfamily Alphaherpesvirinae. The virus is characterized by rapid and lytic replication in cell cultures and by the ability to e (mais) stablish lifelong latent infection in sensory nerve ganglia of the host. BoHV-5 is transmitted mainly by direct and indirect contact and replicates acutely in the oral, nasal, oropharingeal or ocular mucosae. After primary replication, the virus invades nerve endings and is transported to the neuron cell bodies of the sensory ganglia where it replicates actively and/or establishes latency. Viral invasion of the brain may result in massive virus replication and production of neurological disease. Virtually all cattle developing neurological disease die of meningoencephalitis; yet the infection may be subclinical in some animals. These animals recover and become latently infected. Viral dissemination within a herd is facilitated by conditions such as crowding, introduction of cattle from other herds and weaning of calves in ages that coincide with decrease of passive immunity. Certain natural or induced conditions may reactivate the latent virus and favor its transmission and dissemination to other susceptible individuals. The disease may occur as outbreaks or as sporadic cases, with morbidity rates ranging of 0.05%-5%; lethality is almost always 100%. Clinical signs include depression, nasal and ocular discharge, grinding of teeth, circling, blindness, fever, paddling movements, disphagia, abdominal pain, nystagmus, muscle tremors, drooling, incoordinated gait, opisthotonus, head pressing, falls and convulsions. Clinical course is usually 1-15 days. Necropsy findings may be absent but often there is swollen of the rostral portions of the cerebral cortex and flattening of gyri, with softening and segmental yellow discoloration (malacia). As the disease progresses the affected areas become gelatinous and grey and, in advanced cases, there is segmental loss of the cerebral cortex of the frontal lobe of the brain (residual lesion). In several cases there is malacia of the basal nuclei and of the thalamus. Histologically, there is necrotizing non-suppurative meningoencephalitis affecting mainly the cerebral cortex of the frontal lobe associated with eosinophilic intranuclear inclusion bodies in neurons and astrocytes, although the frequency of the inclusion bodies is inconsistent. The diagnosis of meningoencephalitis by BoHV-5 should be based on epidemiology, clinical signs, necropsy and histological findings. The diagnosis should be confirmed by viral isolation in cell culture and/or by detection of viral antigens in brain sections or in exfoliated cells from nasal secretions. The identification and characterization of BoHV-5 can be done by the use of mono clonal antibodies, polymerase chain reaction (PCR) and/or by restriction enzyme analysis of the viral genome. There is no specific treatment for the disease. As BoHV-1 and BoHV-5 are antigenically related, vaccination using BoHV-1 vaccines may be recommended as a means of reducing the losses caused by BoHV-5 infection, mainly during outbreaks of neurologic disease. Additionally, measures such as serologic testing of new additions to the herd; and management practices to prevent stress and to reduce conditions for virus dissemination among animals may help in reducing the incidence and the consequences of BoHV-5 infection and disease.

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Avanços no tratamento da hepatite pelo vírus B/ Advances in the treatment of hepatitis B

Ferreira, Marcelo Simão; Borges, Aércio Sebastião
2007-08-01

Resumo em português Nos últimos anos, houve um grande progresso no tratamento da hepatite B crônica. Cinco drogas são hoje aprovadas para tratamento dessa virose: intérferon alfa, lamivudina, adefovir, entecavir e telbivudina. Os intérferons (convencionais ou peguilados) foram as primeiras drogas utilizadas no tratamento dessas infecções podendo levar a resposta sustentada (perda do DNA-VHB e do AgHbe) em até um terço dos casos tratados. Um grande número de análogos de nucleosíde (mais) os/nucleotídeos estão no momento, disponíveis para tratar a hepatite B; a eficácia da lamivudina, o primeiro análogo de nucleosídeo utilizado, é limitada pela elevada incidência de resistência. O adefovir tem eficácia comparável à lamivudina porém baixa freqüência de resistência. Entecavir e tenofovir também se mostram muito ativos em controlar a replicação do vírus da hepatite B, e estão associados com mínimo desenvolvimento de resistência, mesmo em tratamento prolongados. Outras drogas, tais como telbivudina, emtricitabina e clevudine, se tornarão em futuro próximo, novas armas no controle dessa virose. Co-infectados HIV/VHB representam um grupo de doentes de difícil manuseio e que hoje se beneficiam com combinações de drogas no esquema anti-retroviral potente que devem atuar em ambas as viroses. O desenvolvimento de antivirais mais potentes e novas associações de medicamentos, conjuntamente com a melhor compreensão dos mecanismos de resistência do vírus da hepatite B a terapia são importantes conquistas para melhorar a eficácia do tratamento e diminuir no futuro, a carga global de portadores do vírus da hepatite B. Resumo em inglês Over the last years there has been considerable progress in the treatment of chronic hepatitis B. Five drugs are now approved for the treatment of this virosis: interferon alpha, lamivudine, adefovir, entecavir and telbivudine. Interferons (conventional or PEG) were the first medicine used in the treatment of hepatitis being able to lead the persistent response (loss of DNA-HBV and of AgHbe) to up to one third of treated cases. A large number of nucleoside/nucleotide anal (mais) ogues are, at present, available to treat hepatitis B. The efficacy of lamivudine, the first nucleoside analogue used, is limited by the high rate of resistance. Adefovir has efficacy comparable to that of lamivudine, but with low resistance rate. Entecavir and tenofovir have also been particularly active in the control of hepatitis B virus replication and are associated with minimal resistance development, even during long treatment regimens. Other drugs, such as telbivudine, emtricitabine and clevudine, will become new treatment options in the near future. Individuals co-infected with HIV/HBV are particularly difficult to manage and are nowadays able to benefit from combinations of drugs of the HAART therapy, which should be effective towards both viruses. The development of more potent antiviral drugs as well as new drug combinations, together with a better understanding of hepatitis B virus resistance mechanisms are important milestones to improve treatment efficacy and to diminish, in the future, the global burden of hepatitis B virus.

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Aspectos virológicos e clínico-patológicos da infecção genital aguda e latente pelo herpesvírus bovino tipo 1.2 em bezerras infectadas experimentalmente/ Virological and clinico-pathological features of acute vulvovaginitis and latent infection by bovine herpesvirus 1.2 in heifers experimentally infected

Henzel, Andréia; Diel, Diego G.; Arenhart, Sandra; Vogel, Fernanda S. Flores; Weiblen, Rudi; Flores, Eduardo F.
2008-03-01

Resumo em português A infecção genital de vacas pelo herpesvírus bovino tipo 1.2 (BoHV-1.2) pode resultar em vulvovaginite e infertilidade temporária. Após a infecção aguda, o BoHV-1 estabelece infecção latente, que pode cursar com episódios periódicos de reativação. O presente trabalho descreve os aspectos virológicos e clínico-patológicos da vulvovaginite aguda e infecção latente resultantes da inoculação de bezerras com uma amostra de BoHV-1.2 isolada de casos de balan (mais) opostite em touros. A inoculação do vírus em quatro bezerras pela via genital (10(8.1)TCID50/animal) resultou em replicação viral na mucosa genital e no desenvolvimento de vulvovaginite moderada a severa. Os animais inoculados excretaram o vírus nas secreções genitais até o dia 10 pós-inoculação (p.i.) com título máximo de 10(7.3)TCID50/mL. Foram observados congestão e edema da mucosa vulvovestibular, e formação de pequenas vesículas e pústulas. Durante a progressão clínica, as vesículas e pústulas aumentaram de tamanho e eventualmente se tornaram coalescentes e recobertas por um exsudato fino de coloração amarelada. Estes sinais foram observados a partir do dia 2 p.i. e aumentaram progressivamente de severidade até os dias 5-8 p.i. A administração de dexametasona no dia 55 p.i. resultou em excreção viral nas secreções genitais dos quatro animais por até 10 dias. A reativação da infecção latente foi acompanhada de recrudescência clínica, porém com sinais menos severos e com menor duração do que na infecção aguda. O DNA viral latente foi detectado por PCR, aos 36 dias pós-reativação (p.r.), nos seguintes tecidos: gânglio sacrais: pudendo (4/4); genitofemoral e retal caudal (3/4) e obturador (4/4) e em alguns linfonodos regionais. Estes resultados demonstram que o isolado SV-56/90 é virulento para fêmeas soronegativas, após inoculação genital, e pode ser utilizado em estudos de patogenia e de desafio vacinal. Resumo em inglês Venereal infection of heifers and cows with bovine herpesvirus type 1.2 (BoHV-1.2) may result in vulvovaginitis and transient infertility. The acute infection is followed by the establishment of latent infection which can be periodically reactivated. We herein describe the virology and clinico-pathological aspects of acute and recrudescent vulvovaginitis in heifers inoculated with a Brazilian BoHV-1.2 isolate recovered from an outbreak of balanoposthitis. Genital inoculat (mais) ion of isolate SV-56/90 (10(8.1)TCID50/animal) in four eight-months-old heifers resulted in efficient virus replication in the genital mucosa and the development of moderate to severe vulvovaginitis. The inoculated heifers shed virus in genital secretions in titers up to 10(7.3)TCID50/mL until day 10 pi and developed genital congestion, swelling, vesicles and pustules. The vesicles and pustules increased in size eventually coalesced and became covered with a yellowish exsudate. These signs appeared at day 2 pi, increased in severity up to days 5 - 8 pi and progressively subsided thereafter. Dexamethasone administration at day 55 pi resulted in virus shedding in vaginal secretions for up to 10 days. Virus reactivation in all animals was accompanied by clinical recrudescence of the disease, yet less severe than during acute infection. Examination of sacral ganglia and lymph nodes by PCR at day 36 post-reactivation revealed the presence of latent viral DNA in the pudendal (4/4), genito-femoral, sciatic and rectal caudal (3/4) and obturator nerve ganglia (1/4); in addition to several regional lymph nodes. These results demonstrate the virulence of isolate SV-56/90 for heifers and pave the way for its use in further pathogenesis studies and vaccine-challenge trials.

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Um panorama atual da química e da farmacologia de naftoquinonas, com ênfase na beta-lapachona e derivados/ An overview of the chemistry and pharmacology of naphthoquinones with emphasis on beta-lapachone and derivatives

Silva, Milton N. da; Ferreira, Vítor F.; Souza, Maria Cecília B. V. de
2003-05-01

Resumo em inglês Naphthoquinones have been extensively studied due to their activity as topoisomerase inhibitors. These enzymes are critical to DNA replication in cells. In addition, naphthoquinones have been shown to induce what are known as "reactive oxygen species" that can cause damage to cells. beta-Lapachone is a very important pyranaphthoquinone obtained from the heartwood of the lapacho tree, Tabebuia avellanedae Lorentz ex. Griseb. (Bignoniaceae), and other Tabebuia trees native (mais) to Central and South America and chemically from lapachol. beta-Lapachone has a diversity of useful biological activities against various cancer cell lines such as human ovarian and prostate tumors and, at lower doses is a radiosensitizer of several human cancer cell lines. It gives rise to a variety of effects in vitro including the inhibition or activation of topoisomerase I an II in a distinct manner from that of other topoisomerase inhibitors. This review intend to discuss some details of the mechanisms of quinone-induced cell damage and death, and we also summarize results of the literature indicating that b-Lapachone may take part in quinone-elicited apoptosis despite the fact that its mechanism of action in vivo and its targets are still unknown.

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Formação de adutos exocíclicos com bases de DNA: implicações em mutagênese e carcinogênese/ Exocyclic DNA adducts: implications in mutagenesis and carcinogenesis

Loureiro, Ana Paula M.; Di Mascio, Paolo; Medeiros, Marisa H. G.
2002-09-01

Resumo em inglês A number of ring-extended DNA adducts resulting from reaction of alpha,beta-unsaturated aldehydes, or their epoxides, with DNA bases have been characterized in recent years. These adducts can lead to miscoding during DNA replication which, if not repaired, result in mutations that can contribute to cancer development. Recently, the use of ultrasensitive methods allowed the detection of background levels of etheno DNA adducts in tissues of untreated animals and humans sugg (mais) esting the existence of endogenous sources of reactive intermediates. In this review, we briefly summarize the recent advances in the chemistry of these DNA lesions.

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