Sample records for dna damages
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Sample records 1 - 4 shown.



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Avaliação do sequestro do óxido nítrico (NO) pelo extrato metanólico da alga Bryothamnion triquetrum (Gmelin) Howe/ Evaluation of nitric oxide (NO) scavenging for the metanol extract of the alga Bryothamnion triquetrum (Gmelin) Howe

Maia, Robinson M.; Moura, Carlos W. N.; Bispo, Vanderson S.; Santos, João L. A.; Santana, Rafael S.; Matos, Humberto R.
2010-09-01

Resumo em português O excesso de óxido nítrico (NO) produzido por indução da enzima óxido nítrico sintase (iNOS) participa do desenvolvimento de inúmeras desordens que conduzem à perda da homeostasia. O estresse oxidativo gerado pelo aumento da produção endógena de NO pode levar a efeitos de toxidade induzida, tais como peroxidação lipídica, nitração de proteínas e danos ao DNA. Compostos que sejam capazes de sequestrar o radical NO podem diminuir a toxicidade das espécies (mais) reativas de nitrogênio (RNS), atuando na modulação de processos inflamatórios. Trabalhos realizados com alga da espécie Bryothamnion triquetrum (Gmelin) Howe, demonstraram que a mesma apresenta ação antioxidante, tendo sido eficiente no sequestro do radical DPPH, além de inibição da peroxidação lipídica, com uma atividade comparável ao ácido ascórbico e ao α-tocoferol. Este estudo objetivou avaliar a capacidade de sequestro do radical NO in vitro pelo extrato metanólico da Bryothamnion triquetrum. Os resultados obtidos revelaram a presença de polifenóis sendo que todas as concentrações testadas (1,0; 2,5; 7,5; 10,0 mg/mL) foram capazes de inibir a formação de nitrito a partir de uma solução de nitroprussiato de sódio 5 mM sendo a concentração de 7,5 mg/mL a que apresentou maior percentual de inibição com 46,6%. Resumo em inglês The excess of nitric oxide (NO) produced by induction of nitric oxide sintase enzyme (iNOS) participates in the development of countless disorders that lead to the loss of homeostasis. The oxidative stress generated by the increase of endogenous production of NO can lead to some effects of induced toxicity, such as fatty per oxidation, nitration of proteins and DNA damages. Compounds that scavenge the NO radical can reduce the toxicity of reactive nitrogen species (RNS), (mais) and act in the modulation of inflammatory processes. Works accomplished with the alga species Bryothamnion triquetrum (Gmelin) Howe demonstrated that it presents an antioxidant action, and it is efficient in the scavenging of DPPH radical and in the inhibition of fatty per oxidation, with activity comparable to the ascorbic acid and α-tocoferol. This study aimed to evaluate the capacity of NO radical scavenging in vitro for the methanol extract of the alga Bryothamnion triquetrum. The results revealed that the presence of poliphenol in all tested concentrations (1,0; 2,5; 7,5; 10,0 mg/mL) was capable to inhibit the nitrite formation, starting from a solution of sodium nitroprussiate 5 mM whose concentration of 7,5 mg/mL presented the largest inhibition percentage of 46,6%.

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Estresse oxidativo, lesões no genoma e processos de sinalização no controle do ciclo celular/ Oxidative stress, genome lesions and signaling pathways in cell cycle control

Berra, Carolina M.; Menck, Carlos F. M.; Di Mascio, Paolo
2006-12-01

Resumo em inglês The generation of reactive oxygen species (ROS) may be both beneficial to cells, performing functions in intracellular signaling and detrimental, modifying cellular biomolecules. ROS can cause DNA damage, such as base damage and strand breaks. Organisms respond to chromosome insults by activation of a complex and hierarchical DNA-damage response pathway. The extent of DNA damages determines cell fate: cell cycle arrest and DNA repair or cell death. The ATM is a central pr (mais) otein in the response to DNA double-strand breaks by acting as a transducer protein. Collected evidences suggest that ATM is also involved in the response to oxidative DNA damage.

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Caracterização do Tomato chlorotic spot virus isolado de jiló no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo/ Characterization of a Tomato chlorotic spot virus isolated from gilo in Paraíba Valley, São Paulo, Brazil

EIRAS, MARCELO; CHAVES, ALEXANDRE L. R.; COLARICCIO, ADDOLORATA; HARAKAVA, RICARDO; ARAUJO, JANSEN DE; CHAGAS, CÉSAR M.
2002-06-01

Resumo em português Os tospovírus são responsáveis por perdas significativas em diversas culturas, principalmente solanáceas. No município de São José dos Campos (SP), plantas de jiló (Solanum gilo) apresentando sintomas de mosaico, bolhosidades, nanismo e queda acentuada da produção foram coletadas para análise. Visando a caracterização do agente causador dos sintomas, testes biológicos, elétrono microscópicos, sorológicos e moleculares foram realizados. Através de inocula (mais) ção mecânica em plantas indicadoras das famílias Amaranthaceae, Chenopodiaceae e Solanaceae obtiveram-se resultados típicos aos esperados para tospovírus. Ao microscópio eletrônico de transmissão, observaram-se, em contrastação negativa, partículas pleomórficas com diâmetro entre 80 e 110 nm e em cortes ultra-finos partículas presentes em vesículas do retículo endoplasmático. Através de DAS-ELISA, identificou-se o Tomato chlorotic spot virus (TCSV). A partir de RNA total extraído de folhas infetadas, amplificaram-se, via RT-PCR, fragmentos correspondentes ao gene da proteína do capsídeo (cp) os quais foram seqüenciados e comparados com outros depositados no "GenBank". A homologia de nucleotídeos e aminoácidos deduzidos foi respectivamente de 99 e 95% quando comparada com seqüências de isolados de TCSV. A comparação com as outras espécies do gênero Tospovirus apresentou valores de homologia entre 72 e 84%. Estes resultados confirmam a identidade deste vírus como pertencente à espécie TCSV, que é predominante no Estado de São Paulo e importante patógeno de outras plantas cultivadas. Além disso, variedades de jiló quando inoculadas foram susceptíveis tanto ao TCSV como às espécies Tomato spotted wilt virus (TSWV) e Groundnut ringspot virus (GRSV). Resumo em inglês Tospoviruses are responsible for important losses in most crops, mainly Solanaceae. Gilo (Solanum gilo) plants showing mosaic, blistering, stunting and 100% production losses were collected for analysis from São José dos Campos in the State of São Paulo. Biological, electron microscopy, serological and molecular tests were carried out in order to characterize the virus isolate. The mechanical inoculation on Amaranthaceae, Solanaceae and Chenopodiaceae plants showed typ (mais) ical tospovirus-induced symptoms. Pleomorphic particles from 80 to 110 nm were observed in negatively stained preparations and in vesicles of the endoplasmic reticulum of infected cells. Tomato chlorotic spot virus (TCSV) was identified by DAS-ELISA. DNA fragments were amplified by RT-PCR, with specific primers designed to the nucleocapsid gene (N) of the main Tospovirus species, sequenced and compared with others in the GenBank. The nucleotide and amino acid deduced sequences homology was 99 and 95%, respectively, with TCSV. Comparison with other Tospovirus species presented values between 74 and 81%. These results confirmed the identity of this virus isolate as TCSV, the main tospovirus species in São Paulo that also damages other Solanaceous crops. Varieties of gilo have been inoculated showing susceptibility to TCSV, Tomato spotted wilt virus (TSWV) and Groundnut ringspot virus (GRSV).

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Biomarcadores para avaliação da exposição humana às micotoxinas/ Biomarkers for assessment of human exposure to mycotoxins

Bando, Érika; Gonçales, Leandro Nishikawa; Tamura, Nathalie Kira; Machinski Junior, Miguel
2007-06-01

Resumo em português Atualmente, as micotoxinas representam um risco de contaminação ambiental, acarretando sérios prejuízos à saúde humana. Essas toxinas podem estar presentes em diferentes tipos de alimentos, que constituem a principal fonte de exposição para o homem. As exposições podem ser monitoradas através do uso de biomarcadores, que elucidam a relação causa/efeito e dose/efeito na avaliação de risco à saúde para fins de diagnóstico clínico e laboratorial. Realizou- (mais) se uma revisão bibliográfica do período de 1981-2005, no MEDLINE, sobre utilização e propostas de biomarcadores para a exposição a aflatoxinas, fumonisinas, desoxinivalenol e ocratoxina A. Os possíveis biomarcadores para avaliar a exposição humana às aflatoxinas foram os metabólitos urinários de aflatoxina B1, como aflatoxina M1, aflatoxina P1, aflatoxina Q1, aflatoxina livre em soro ou plasma, os adutos de AFB-N7-guanina, os adutos de albumina ou mutação no gene supressor de tumor p53, presentes em fluidos biológicos. Para as fumonisinas, os biomarcadores foram os níveis de fumonisina B1 e fumonisina B2 livres, ou de esfinganina e esfingosina em sangue e urina. O desoxinivalenol tem como biomarcadores de exposição os produtos de seu metabolismo e adutos macromoleculares (proteína/DNA) presentes nos fluidos biológicos. Para a exposição à ocratoxina A (OA) os biomarcadores se restringem à quantificação da própria toxina nos fluidos biológicos. A avaliação da exposição às micotoxinas constitui um importante aspecto para a saúde pública, tendo em vista a possibilidade de prevenir ou minimizar a incidência de doenças decorrentes da sua interação com o organismo. Resumo em inglês Currently, mycotoxins represent a risk of environmental contamination, causing serious damages to human health. Those toxins can be found in different kinds of foods, and they constitute the main source of human exposure. The evaluation of such exposures can be monitored through the use of biomarkers, which elucidates the cause/effect and dose/effect relation in the evaluation of health risks for clinical and laboratory diagnostic purposes. The MEDLINE review about the us (mais) e of biomarkers for assessment of aflatoxins, fumonisins, deoxynivalenol and ochratoxin A was carried out from 1981 to 2005. The biomarkers for assessment of human exposure to aflatoxins were the urinary metabolites of aflatoxin B1: aflatoxin M1, aflatoxin P1, aflatoxin Q1, the free aflatoxin in serum or plasma, the AFB-N7-guanine adducts and the albumin adducts or mutation in the tumour suppressor gene p53 present in human biological fluids. As far as fumonisins are concerned, levels of free fumonisin B1 and fumonisin B2, or levels of sphinganine and sphingosin, were quantified in blood and urine. As exposure biomarkers, deoxynivalenol has its own metabolism products and adducts (protein/DNA) present in human fluids. As to ochratoxin A exposure, we measure it in biological fluids, once it enables us to prevent or minimize the incidence of deaths or illnesses provoked by chemical exposure.

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