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Uso da mistura de hélio e oxigênio no estudo da ventilação de crianças com doença pulmonar obstrutiva crônica/ The use of helium-oxygen mixture in the ventilation study of children with chronic obstructive lung disease

Piva, Jefferson Pedro; Saldanha Menna Barreto, Sérgio; Amantéa, Sérgio; Zelmanovitz, Flávio
2002-11-01

Resumo em português Objetivo: Estudar a distribuição do radioaerossol 99mTc-DTPA utilizando heliox ou oxigênio como veículos de nebulização na cintilografia pulmonar ventilatória de crianças e adolescentes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Material e métodos: Ensaio clínico randomizado e controlado. Incluídos pacientes (5 a 18 anos) com DPOC que, entre março de 1996 e setembro de 1998, necessitaram realizar cintilografia pulmonar ventilatória. A obstrução ao flu (mais) xo aéreo foi quantificada pela espirometria. Aleatoriamente foram distribuídos em dois grupos, conforme o gás utilizado na nebulização durante a cintilografia: heliox (hélio 80% e oxigênio 20%), ou oxigênio. Os resultados foram expressos através do slope (inclinação da curva de aquisição cumulativa de radioatividade pulmonar) e pela concentração cumulativa máxima de radioatividade obtida nos campos pulmonares. Determinouse, ainda, o tamanho médio das partículas de 99mTc-DTPA geradas pelos dois gases. Resultados: Foram alocados dez pacientes em cada grupo, sem diferenças (p > 0,05) quanto ao gênero, diagnóstico etiológico, presença de desnutrição, médias de peso, estatura, superfície corpórea, ou nos resultados da espirometria. A média dos slopes do grupo heliox (5 039 + 1 652) foi maior (p = 0,018) que no grupo oxigênio (3 410 + 1 100). Pacientes do grupo heliox com acentuada redução do fluxo aéreo apresentaram um slope médio maior (p = 0,017) do que o dos pacientes do grupo oxigênio com diminuição do fluxo aéreo. Os pacientes dos grupos do heliox e do oxigênio, sem evidências de obstrução ao fluxo aéreo na espirometria, não apresentaram diferenças nas médias dos slopes (p = 0,507). O diâmetro médio das partículas do 99mTc-DTPA geradas pelo heliox foi de 2,13 (+0,62 mm), que é maior (p = 0,004) que o daquelas geradas pelo oxigênio (0,88 +0,99 mm). Conclusões: O heliox como veículo de nebulização na cintilografia pulmonar de crianças e adolescentes com DPOC promove uma melhor dispersão e distribuição do radioaerossol, do que a obtida pelo oxigênio. Esses benefícios do heliox, em relação aos do oxigênio, tornam-se mais evidentes em presença de obstrução das vias aéreas inferiores, enquanto que na sua ausência, não se observa diferença na dispersão e na distribuição de radioaerossol. As partículas geradas pelo heliox e pelo oxigênio, apesar de apresentarem diferenças significativas em seus diâmetros médios, encontram-se dentro da amplitude recomendada (1 a 5 mm). Portanto, essa possível diferença não justifica os efeitos demonstrados pelo heliox neste estudo Resumo em inglês Objective: To study the distribution of the radioaerosol of 99mTc-DTPA when the heliox gas is used as an inhalation vehicle during the pulmonary ventilatory scintigraphy in children and adolescents with chronic obstructive lung disease (COPD). Material and methods: Clinical randomized and controlled trial. Patients (from 5 to 18 years old) with COPD needing pulmonary scintigraphic study, between March 1996 and September 1998, were included. The obstruction of the lower ai (mais) rway was measured by pulmonary function study. The patients were randomized in two groups: heliox (helium 80% and oxygen 20%) or oxygen, according to the gas used as a vehicle to nebulize the particles during the scintigraphic study. The results of the scintigraphic study were expressed by the slope of the curve (the inclination of the curve of cumulative pulmonary radioactivity) and by the maximal cumulative radioactivity achieved in the lungs areas. The mean diameter of the 99mTc-DTPA particles generated by heliox and oxygen were measured by laser diffraction. Results: Ten patients were allocated in each group, without any statistical difference (p > 0.05) in respect to gender, main diagnosis, signs of undernutrition, the mean values of weight, height, body area and the results of the pulmonary function study. The mean slope in the heliox group (5 039 + 1 652) showed a significant difference (p = 0.018) when compared to the mean slope of the oxygen group (3,410 + 1,100). The patients with reduction of the airway flow in the heliox group obtained a mean slope with significant difference (p = 0.017) when compared to the mean slope of the patients in the oxygen group with the same reduction in airway flow. The patients of the heliox group and oxygen group without airway obstruction flow did not show any statistical difference when they were compared on the basis of either the means of the slopes (p = 0.507) or the means of the cumulative radiation in the lung fields (p = 0.795). The mean diameter of the particles of 99mTc- DTPA generated by heliox was 2.13 (+0.62mm), with a statistical difference (p = 0.004) when compared with the mean diameter of the particles generated when oxygen was used as a vehicle (0,88 + 0,99 mm). Conclusions: When heliox was used as a vehicle in the scintigraphic study of children and adolescents with DPOC, it showed a better distribution and dispersion of the 99mTc-DTPA into the lungs than that obtained when oxygen was used. The benefits of heliox over oxygen are more evident in the presence of lower airway obstruction flow. Without airway obstruction flow we could not demonstrate any difference in the distribution and in the radiation activity into the lungs. The mean diameters of the particles of 99mTc-DTPA generated by heliox and oxygen showed a significant difference. In spite of this, the mean diameters observed in both groups were included in the recommended range (between 1 and 5 mm). Therefore, the observed differences between the particles generated by both gases could not justify the effects of heliox demonstrated in this study

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Fotoproteção e exercício físico/ Photoprotection and physical exercise

Purim, Kátia Sheylla Malta; Leite, Neiva
2010-06-01

Resumo em português As medidas de fotoproteção são divulgadas como procedimentos essenciais na prevenção de doenças cutâneas e manutenção da saúde e beleza. Os exercícios físicos regulares também são indicados para alcançar o estilo de vida saudável; no entanto, a prática esportiva expõe a maior radiação solar. O objetivo deste artigo é revisar as medidas fotoprotetoras na prevenção dos danos causados pelo Sol na pele dos desportistas. Abordam-se o histórico da fotopr (mais) oteção, o espectro eletromagnético, os efeitos das radiações e os riscos de exposição durante as atividades físicas. Implementar estratégias, como a escolha do horário, local, roupas e acessórios, complementados pelo uso de filtros solares, minimizam os riscos decorrentes das radiações ultravioletas A e B (UVA e UVB) durante a prática esportiva ao ar livre. Dentre os produtos disponíveis no mercado, devem-se preferir aqueles que ofereçam segurança, ampla proteção, boa cosmética, estabilidade química em diferentes condições de calor e umidade, fotoestabilidade e baixo custo. O atleta deve ser orientado pelos profissionais da área da saúde sobre os riscos inerentes às suas atividades cotidianas e esportivas. O autoexame de pele é parte essencial na prevenção dos problemas dermatológicos, pois auxilia na detecção precoce. O futuro da fotoproteção no esporte está no investimento em medidas educativas desde a infância, reduzindo assim os danos solares cumulativos. A exposição solar deve ocorrer de modo cauteloso e com o mínimo de sequelas, mediante comportamento de fotoproteção, para proporcionar melhor qualidade de vida. Resumo em inglês Photoprotection measures are reported as crucial procedures in the prevention of skin disorders and health and beauty maintenance. Although regular physical exercises are also recommended to attain a healthy lifestyle, sports activities expose one to increased sun radiation. The aim of this article is to review photoprotection measures as prevention for damage caused by the sun on the skin of athletes. The history of photoprotection, the effects of radiation and the risks (mais) of exposure during the practice of physical activities are reviewed. The implementation of strategies, such as selecting the time, place, clothing and accessories, in addition to the use of sunscreen, minimizes the risks resulting from ultraviolet A and B radiation (UVA and UVB) during sport's outdoor practice. Among the available products in the market, preference must be given to those that provide safety, wide protection, good cosmetics, chemical stability under various heat and humidity conditions, photostability, and low cost. The athlete must be guided by health professionals on the risks inherent to the everyday and sports activities. Skin self-examination is essential for the prevention of skin disorders as it helps in early detection. The future of photoprotection in sports lies on investment on educational measures from childhood, thus reducing the cumulative sun damages. Sun exposure must take place cautiously and with a minimum of sequela, through photoprotective behavior, in order to provide a better quality of life.

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