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Sample records for mohasebe-ye germ-e moaser

  1. Ácido fítico de híbridos de milho e alguns produtos industrializados = Phytic acid in corn hybrids and in some industrialized corn products

    Directory of Open Access Journals (Sweden)

    Tatiana Shizue Fukuji

    2008-01-01

    Full Text Available O ácido fítico (AF ou mio-inositol hexafosfato está presente principalmente em cereais, e o germe de milho apresenta teor elevado, com cerca de 6,0 a 7,0% em base seca. Devido a sua propriedade quelante com metais di e tri-valentes, o AF apresenta capacidade antioxidante com eficaz atuação na inibição de reações de oxidação. O teor de AF foi determinado no germe e endosperma de 11 híbridos de milhos, cultivados no Estado do Paraná, e em diferentes produtos industrializados de milho. Os germes de híbridos de milho foram caracterizados como componentes do milho, com elevado teor e osendospermas com baixo teor de AF. Os produtos derivados de milho, elaborados basicamente com endosperma tais como canjica, creme de milho, farinha de milho e fubá fino, apresentaram menor teor de AF, enquanto aqueles originários dos germes desengordurado, fino, gordo e película de milho apresentaram maior teor de AF.Phytic acid (PA, also known as myoinositol hexaphosphate, is found mainly in cereal grains. Corn germ has high concentrations of PA – from 6.0 to 7.0% on a dry weight basis. Due to its chelating properties on di- and trivalent metals, PA has antioxidantattributes, effectively inhibiting oxidation reactions. In this study, PA levels were determined in the germ and endosperm of eleven corn hybrids cultivate in Paraná State (Brazil, and also in several industrialized corn products. Corn hybrid germs were characterized as corn components with high PA levels, whereas endosperms featuredlow levels of PA. Corn-based industrialized products, derived mostly from corn endosperm (such as canjica, creamed corn, corn flour and cornmeal featured the lowest PA values. Conversely, defatted corn germs and corn cuticle showed the highest PA levels.

  2. Using Soft Sculpture Microfossils and Other Crafted Models to Teach Geoscience

    Science.gov (United States)

    Spinak, N. R.

    2017-12-01

    For the past 5 years, the International Ocean Discovery Program (IODP) has been using the author's sewn models of microfossils to help learners understand the shapes and design of these tiny fossils. These tactile objects make the study of ancient underwater life more tangible. Multiple studies have shown that interactive models can help many learners understand science. The Montessori and Waldorf education programs are based in large part on earlier insights into meeting these needs. The act of drawing has been an essential part of medical education. The STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Math) movement has advocated for STEM supporters to recognize the inseparability of science and art. This presentation describes how the author's knitted or sewn models of microfossils incorporate art and design into geoscience education. The geoscience research and art processes used in developing and creating these educational soft sculptures will be described. In multiple entry points to science study, specific reciprocal benefits to boundary crossing among the arts and sciences for those who have primary talents in a particular area of study will be discussed. Geoscience education can benefit from using art and craft items such as models. Many websites now offer soft sculptures for biology study such as organs and germs (e.g. (https://www.giantmicrobes.com/us/main/nasty-germs). The Wortheim project involving community and crochet is another approach (http://crochetcoralreef.org/). These tactile artifacts give learners an entry-level experience with biology. Three dimensional models are multisensory. The enlarged manipulative microfossil models invite learners to make comparisons and gain insights when microscopes are not available or appropriate for the audience. Adding the physical involvement of creating a microfossil yourself increases the multi-sensory experience even further. Learning craft skills extends the cross-cutting concepts of the NGSS to a mutual

  3. INFLUÊNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA DESTINADA AO CONSUMO HUMANO NO ESTADO NUTRICIONAL DE CRIANÇAS COM IDADES ENTRE 3 E 6 ANOS, NO MUNICÍPIO DE OURO PRETO-MG

    Directory of Open Access Journals (Sweden)

    A. C. ANTUNES

    2008-09-01

    Full Text Available

    A água corresponde a 70% do peso corporal. Excelente solvente, ela pode veicular produtos químicos, germes e parasitas, representando risco potencial à saúde da população, se não apresentar características de potabilidade dentro dos padrões legais. Como o distrito de Santa Rita de Ouro Preto não possui sistema de abastecimento convencional, neste trabalho buscou-se avaliar a qualidade da água desse sistema e verificar sua influência no estado nutricional de crianças de 03 a 06 anos. Foram coletadas 381 amostras de água, no período de julho de 2003 a abril de 2004, em residências, nascentes e reservatórios. Essas amostras foram submetidas às análises físico-químicas e bacteriológicas. Nas crianças moradoras das casas amostradas, foram realizados exame parasitológico de fezes e avaliação do estado nutricional. A água não se apresentou potável. Em 43% das amostras foram encontradas bactérias coliformes termotolerantes, em 100% cloro residual negativo, além de turbidez fora dos padrões em 55 amostras. Parasitas de veiculação hídrica foram encontrados nas amostras de fezes: Giardia lamblia (7,1%, Ascaris lumbricoides (33,3% e Entamoeba coli (46,4%. O estado nutricional das crianças foi considerado satisfatório, mas a qualidade da água pode reverter o quadro, se mecanismos que proporcionem melhorias da potabilidade não forem previstos.

  4. The First International Leprosy Conference, Berlin, 1897: the politics of segregation Primeira Conferência Internacional sobre Lepra, Berlim, 1897: a política segregacionista

    Directory of Open Access Journals (Sweden)

    Shubhada S. Pandya

    2003-01-01

    Full Text Available The present paper examines the first attempts to internationalise the problem of leprosy, a subject hitherto overlooked by historians of imperialism and disease. The last decade of the nineteenth century saw many in the 'civilised countries' of the imperialist West gripped by a paranoia about an invasion of leprosy via germ-laden immigrants and returning expatriates who had acquired the infection in leprosy-endemic colonial possessions. Such alarmists clamoured for the adoption of vigorous leper segregation policies in such colonies. But the contagiousness of leprosy did not go unquestioned by other westerners. The convocation in Berlin of the first international meeting on leprosy revealed the interplay of differing and sometimes incompatible views about the containment of leprosy by segregation. The roles of officials from several countries, as well as the roles of five protagonists (Albert Ashmead, Jules Goldschmidt, Edvard Ehlers, Armauer Hansen, and Phineas Abraham in the shaping of the Berlin Conference are here examined.Esse artigo analisa as primeiras tentativas de internacionalização do problema da lepra, assunto até hoje pouco considerado pelos historiadores do imperialismo e da saúde. A última década do século XIX viu muitas pessoas dos 'países civilizados' no Ocidente imperialista viverem o medo de uma invasão de lepra via imigrantes cheios de germes e expatriados que adquiriam a infecção nas possessões coloniais em que a lepra era endêmica. Tais alarmistas clamavam pela adoção de uma forte política segregacionista para os leprosos em suas colônias. Mas a capacidade de contágio da lepra não era um tema inquestionável para outros ocidentais. A convocação em Berlim do primeiro encontro internacional sobre lepra revelou a existência de visões diferentes e algumas vezes incompatíveis em relação ao combate à lepra através da segregação. O papel das instituições oficiais de diversos países e

  5. Proteínas do feijão preto sem casca: digestibilidade em animais convencionais e isentos de germes (germ-free Proteins of dehulled black beans: digestibility in conventional and germ-free animals

    Directory of Open Access Journals (Sweden)

    Conceição Angelina dos Santos PEREIRA

    2002-01-01

    Full Text Available O feijão (Phaseolus vulgaris, L. é uma leguminosa de grande importância para a dieta da população brasileira. No entanto, um de seus maiores problemas é representado pelo baixo valor nutricional de suas proteínas, decorrente, por um lado, da sua baixa digestibilidade e, de outro, do teor e biodisponibilidade reduzidos de aminoácidos sulfurados. Com o objetivo de avaliar a digestibilidade das proteínas albumina e globulina do feijão preto sem casca, foram realizados ensaios biológicos com camundongos isentos de germes e convencionais e com ratos (Wistar, recém-desmamados, com idade de 21 a 25 dias. Avaliou-se ainda o Escore Químico Corrigido pela Digestibilidade da Proteína. A digestibilidade verdadeira no experimento com camundongos isentos de germes foi de 90,21 e 90,00%, no teste com camundongos convencionais foi de 85,53 e 86,73%, e no experimento com ratos foi de 82,62 e 68,53%, para albumina e globulina, respectivamente. O Escore Químico Corrigido pela Digestibilidade da Proteína foi de 61,00% para a albumina e 51,00% para a globulina. A digestibilidade determinada em animais isentos de germes foi superior aos valores encontrados em animais convencionais, sugerindo que a flora intestinal esteja contribuindo para elevar o teor de nitrogênio nas fezes dos animais convencionais, e, portanto, esteja sendo subestimada a digestibilidade verdadeira do feijão.The bean (Phaseolus vulgaris, L. is a legume of great importance in the Brazilian typical diet. Nevertheless, it presents a low protein quality due to its poor digestibility and low levels and bioavailability of its sulfur aminoacids. The aim of this study was to evaluate the digestibility of albumin and globulin protein fractions of dehulled black beans in conventional and germ-free mice and also in weaning rats (Wistar of 21 to 25 days of age. Protein Digestibility Corrected Amino Acid Score was also determined. True digestibility values in germ-free mice were 90.21 and 90

  6. Estamos vivendo uma epidemia de alergia alimentar?

    Directory of Open Access Journals (Sweden)

    Fabiane Pomiecinski

    2017-09-01

    desafios diante de uma possível epidemia de alergia alimentar na atualidade estejam relacionados ao tipo de parto, à ausência de amamentação e à exposição a antígenos. Partindo-se da constatação de que as crianças nascem livres de germes e que a colonização é iniciada imediatamente após o nascimento, compreende-se que esse processo é influenciado pelo tipo de parto. No parto normal, a colonização do recém‑nascido tem como fonte natural a microbiota intestinal materna, que o “contamina” beneficamente, o que não ocorre durante a cirurgia cesariana. Portanto, o parto normal apresenta vantagens na prevenção dos riscos de alergias, doenças autoimunes e doença celíaca e inflamatória intestinal(6,7. Outro fator preventivo importante é a prática do aleitamento materno exclusivo. Os principais componentes do leite humano que agem como fator de proteção contra infecções e alergias são: linfócitos (células T de memória e macrófagos, imunoglobulina do leite humano IgA polimérica, a composição de ácidos graxos poliinsaturados e poliaminas, além de fatores imunomoduladores e anti-inflamatórios (lactoferrina, anticorpos IgM, IgG e IgA, neutrófilos, citocinas e fatores de crescimento, que provavelmente protegem contra sensibilização alérgica durante o período de aleitamento e pouco depois do fim do aleitamento(8. Os órgãos de saúde, nacionais e internacionais, recomendam o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e após esse período, até os dois anos, complementando a alimentação com alimentos sólidos(9. Apesar de não estar definitivamente comprovado que o leite humano previne a sensibilização a alérgenos, nem que a dieta da mãe durante a gravidez influencia o desenvolvimento de alergia alimentar, por todas as suas vantagens nutricionais, imunológicas, econômicas e psicológicas, o aleitamento materno exclusivo deve ser incentivado(10. A dieta ofertada à criança representa outro fator de preven